O dia de ontem fez o mundo parar. Parar para assistir à posse do POTUS, o Presidente dos Estados Unidos. O homem mais poderoso do mundo.
Mas, se o mundo parou para assistir à posse de Trump, Trump não perdeu tempo e tampouco ficou parado.
Dezenas de ordens executivas vieram como ação após alguns discursos que começaram na noite anterior à posse, dando o tom de como será seu governo. Não ficou nas palavras, portanto, não foram bravatas, tivemos ações.
E, entre o discurso e as ações, Trump disse que a era de ouro voltou para a América.
Criticou a senadora democrata Nancy Pelosi, dizendo que ela cometeu crime no dia 6 de janeiro, apagou provas, filmagens. Aliás, libertou 1500 presos políticos do dia 6 de janeiro de cara.
Criticou Biden pelos perdões presidenciais de última hora.
Mas, para nós brasileiros, o ponto alto foi quando um repórter da Globo perguntou, no salão oval, sobre o Brasil. A resposta foi direta, eloquente e arrebatadora: "Eles precisam de nós, nós não precisamos deles".
Das medidas contra imigrantes ilegais, taxações aos países vizinhos, passando pela classificação dos cartéis como grupos terroristas ao "crème de la crème" das medidas: saída do Acordo de Paris e saída da OMS, declarando sobre essa: "Eles nos traíram, eles mentiram para nós".
Cercado pelos bilionários da tecnologia, com o primeiro secretário de Estado, já aprovado, Marco Rubio, sendo alguém de origem latina, em um governo recheado por mulheres, filhos de imigrantes e com o objetivo profundo de acabar com o deep state e a agenda woke (oficialmente agora na América só existe o que realmente existe: sexo masculino e feminino), começou o governo conservador que está levando desespero às redações progressistas no mundo todo.
Esse é um resumo de um resumo daquilo que parou o mundo no dia de ontem e o colocou para girar acelerado numa outra direção.
Por aqui, barbas de molho do atual presidente que fez reunião ministerial em tom de "se liguem, porque a coisa ficou séria" e deu declaração dizendo que não quer briga com ninguém.
Assim foi um pouco do primeiro dia que deu o tom de como serão os próximos quatro anos.
De fato, há uma nova ordem mundial valendo.