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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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SÓ IMAGINAI²… E SEDE HONESTOS

Memórias & Retalhos de um Eco Inteligente e Não Replicante™

SÓ IMAGINAI²… E SEDE HONESTOS
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Prestai a máxima atenção ao que vos irei solicitar aqui.

Sede o mais honestos convosco intelectual, cognitiva, emocional, consciente e moralmente com o hipotético cenário com que vos confrontarei aqui e, fundamentalmente, com o questionamento final que vos farei.

Este é o repto que vos faço, de antemão, sem o respeito ao qual de nada valerá a pena ler o que se segue.

Imaginai que nascestes num mundo totalmente diferente deste em que vos vedes e sentis inseridos, que vos ensinaram a ver, a interpretar e a tomá-lo como única realidade plausível.

Quando vos falo em “mundo” refiro-me ao mundo físico, natural, geográfico, planetário e cosmológico.

Pois bem, imaginai-vos agora com cinco / seis anos de idade – aquela idade em que todos nós, paulatinamente, começamos a perceber e a entender com mais clareza o mundo à nossa volta –, e vossos pais, certo dia, em vez de vos ter oferecido um daqueles clássicos e decorativos globos de plástico, com luz interna, para que vós passásseis a entender o formato da Terra, a localização dos países, dos continentes, dos mares, oceanos e dos polos, vos tivesse oferecido, com intenção e função similar, um objeto de base plana / nivelada retratando as águas, e convexo / topográfico / acidentado descrevendo e ilustrando as regiões continentais, objeto, esse, todo circulado por um anel a branco (aludindo a uma região glacial) nomenclado como Antártida, e dessa circular base (aqui e ali) plana e (aqui e acolá) convexa um domo semicircular em acrílico relevo se exibiria, numa espécie de cinturão de contenção, contendo, além do descrito, a atmosfera, as nuvens, as constelações, o sol e a lua, e os demais corpos celestes conhecidos...

Já em jornada escolar vide-vos em sala de aula, nas disciplinas de ciências, geografia e afins, aprendendo, entre milhentas coisas, que este lugar aonde nascemos, vivemos e perecemos daria pelo nome de sistema Terra. Um reino eletromagnético, físico-químico, gasoso, atmosfericamente pressurizado e cujas três forças fundamentais nele a operar seriam o éter, a força eletromagnética e a força nuclear.

Éter, sim! A malha; o tecido atmosférico. O componente hegemônico, primal, arquitetônico, tubular e de emaranhamento, invisível ao olho humano, que plasmaria, abarcaria e possibilitaria o fluxo/propagação vibracional, frequencial e ondulatória regendo, também, e ainda, a ação e combinação de todos os gases e elementos químicos essenciais à vida humana, animal, vegetal e mineral.

Ganharia assim força e cristalização o assimilar de uma doutrina pétrea e de um aprendizado inequívoco que vos condicionaria, inapelavelmente, a uma tese inabalável e inamovível: a de que neste lugar, regendo tudo e todos, só haveria eletromagnetismo, pressão atmosférica, gases, massa e o mero peso dos corpos.

Que, a título de exemplo, e em face dessa realidade, uma maçã se desprenderia de madura de sua macieira e cairia no chão, simplesmente, por conta do seu peso, massa e densidade, e porque não possuiria asas ou qualquer outro mecanismo de propulsão que o evitasse.

Portanto, aprenderíeis que viveríeis num sistema nivelado, circular e inerte.

Um sistema de águas planas e continentes convexos e acidentados, contingenciado por uma colossal e anelar muralha de gelo, e, todo ele, inserido num domo eletromagnético binário / polarizado que, além de se constituir como um claustro cinturão protetivo, tudo abarcaria, inclusive, as estrelas e os astros.

Que tal firmamento funcionaria como um invisível torus (imaginai um donuts) qual gerador incessante de fluxos frequênciais, espiralizados, ondulatórios, vibracionais, etéreos e atômicos retroalimentados de cima para baixo, e vice-versa, contendo e emanando toda uma composição físico-química (oxigênio, hidrogênio e carbono, à cabeça) e pressão atmosférica otimizada que possibilitariam, permitiriam e potenciariam a existência de tudo aquilo que conhecemos.

Um sistema anelar com borda de gelo, claro está, para conter os oceanos e os mares, renová-los com os degelos cadenciados e compensadores da evaporação, para mantê-los num nível pouco oscilante e numa temperatura regular e homeostática por forma a conservar a constância do seu estado liquefeito.

Sol e Lua, esses, funcionando como reinantes e soberanos plasmas locais. Energético, rutilante e escaldante o primeiro; Magnética, fisiológica e álgida a segunda.

Ele como fonte focal e local de radiação, energia, iluminação e quentura, como se de uma lanterna se tratasse e, portanto, com certo e determinado espectro de ação e onda termodinâmica; Ela como satélite natural e de ciclicidade.

No reino eletromagnético ele seria o súpero positivo; Ela o negativo imperatriz (sendo que solo, rios e mar seriam o neutro conjunto).

Aonde ele não alcançasse, quais pontos analemáticos (8 - para quem desconhece o termo e representação) alternando, pois, ascensão e declinação, atuaria a Lua em magnética rotação inesgotável, na penumbra e nas suas diversas fases e facetas.

Um relógio sistêmico e vivificante com seus dois ponteiros – imaginai assim tal Reino.

Que, ainda, relativamente ao astro-rei uma perspectivíssima ilusão de ótica levar-nos-ia a crer que ele nasceria e se poria, mas na verdade ele se aproximaria, permaneceria por umas horas e se afastaria...

Dia, noite e estações do ano – mais quentes quando o movimento analemático declinasse e se aproximasse da superfície; mais frias quando tal movimento ascendesse – assim, e incessantemente, se sucederiam e se explicariam...

Que os eclipses, eclodindo a espaços e de tempos em tempos, resultariam de um prodígio que ocorreria no próprio Sol.

Entre ele e só ele.

Ou seja, um auto-eclipse.

Uma pane.

Uma negritude que, fugazmente, adviria e tomaria conta.

Irradiação e resplandecência que, por momentos, sairiam de cena.

Um Sol Negro...

Que no axis da Terra, por sua vez, estaria localizado e fixado o Norte Polar e eixo magnético esteio em torno do qual o movimento rotacional dos dois grandes astros já citados se faria e para onde todas as bússolas apontariam em deferência à coordenada norte.

Que ao longo de todo o subsolo coabitariam lençóis freáticos, gás, crude e um magma fervilhante e vulcanicamente compresso.

Mais, que o que se designava de universo ou cosmos seria a expansão horizontal e infinita de outros sistemas anelares, inertes e circulares (de formato similar ao nosso), com diferentes localizações, áreas, diâmetros e nomenclaturas, e que, ao que até então se sabia ou que seria de domínio público, sem qualquer vestígio de vida vegetal, animal, humana ou de qualquer outra raça, espécie ou seres superiormente inteligentes...

Que tal paradigma constaria nas enciclopédias presentes e de antanho, de todos os manuais escolares e universitários, que seria massivamente propalado na mídia, faria parte de incontáveis documentários televisivos, que havia servido e serviria de contexto a inúmeros filmes de ficção científica e que haveria uma agência insuspeita e de credibilidade mundial inabalável que se dedicaria a entender, explorar e encontrar qualquer forma de vida no citado, indeterminado, imparametrizável e vasto universo sistêmico.

 

Voltemos, então, ao início e respondei com a máxima honestidade que possuirdes:

Assim ensinados e condicionados a enxergar o mundo à vossa volta e, precipuamente, em face de uma experiência direta e concreta dos vossos sentidos, percepção e discernimento colocaríeis em causa esta hipotética realidade?

Aceitaríeis ou acataríeis outra teoria cosmogônica, geodésica, geocientífica e / ou geológica que não a hipoteticamente aqui aventada em abstrata tese?...

                         Eco

Fonte/Créditos: Juntando as Peças com Intelecto, Lucidez e Cognição Impoluta™

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