O Brasil não quebrou por acaso. Ele apodreceu entre a Lei de Gerson e a Lei de Murici. E os brasileiros “de direita” ou ”de bem” não escapam.
A de Gerson é: "se eu posso levar vantagem, eu levo". Fura fila, sonega, dá um jeitinho. Passa por cima de quem tiver que passar.
O que importa? Eu me dar bem. O resto que se dane.
A de Murici é: "cada um trata de si". Virou as costas. Lavou as mãos. Resolveu que miséria, injustiça e caos do outro não é problema meu. Lutar verdadeiramente pelo outro virou luxo de otário.
O que significa? Quem se dane quem me ajudou ou precisa de mim. Se me prejudicar, não vale meu esforço.
No geral, juntas elas explicam a nossa cara: um povo esperto demais pra ajudar o próximo e covarde demais pra se importar com ele. Queremos ganhar, sem correr riscos.
O resultado? Um país de parasitas. Todo mundo quer surfar na crise política, posar de patriota, vender indignação. Mas na hora de peitar o sistema, de assumir risco, de bater de frente: todo mundo some. E não falo do raso. Falar de ditadura, falar de corrupção, falar, falar, falar…
Tem elite. Tem povo farto do PT e que sabe que é destruição. Tem direita bolsonarista, direita "limpinha", tem ex-esquerdista e jornalista chorando as arbitrariedades contra o Bolsonaro.
E de que adiantou?
Nada.
É discurso, é foto, é textão, é live. É performance. Na hora da ação inteligente, da ação institucional, na hora de escolher um lado e pagar por ele: covardia.
Nesse Brasil quebrado, vir e falar de "melhor opção" é deboche. É infantilidade de quem não entendeu o tamanho do buraco. É imoralidade de quem entendeu e escolheu se omitir.
A única opção pra quem não quer ver o país virar terra arrasada tem nome: votar no Jair Bolsonaro.
A eleição é votar no Trump, no Marco Rubio. E não votar na Europa globalista ou na China imperialista.
Votar no Jair não é sobre pauta econômica. Não é sobre 4 anos de gestão.
É sobre impedir o caos. É a única via real de reestabelecer ordem nesse Estado que já virou terra de ninguém.
É tão gritante, tão escancarado, que dá vergonha alheia ter que escrever o óbvio.
E depois dessa do Moraes… papagaios!
Créditos (Imagem de capa): Foto: Marcos Corrêa/PR
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