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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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O bandido covarde do programa de TV

Falamos dos covardes, que não são homens, são ratos! Criaturas sem hombridade, valores, sem postura de homem!

O bandido covarde do programa de TV
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No mundo e no Brasil, os jornais, rádios e as TVs dedicam parte dos seus espaços a um gênero de noticia que sempre deu audiência: violência.

Daqueles crimes horrorosos e macabros aos assaltantes de esquina. Foi através da televisão que vimos a luta pela audiência fazer dessa cambada de seres errantes quase que estrelas num cotidiano de tragédia na vida das pessoas e da nossa sociedade.

Quem não se lembra de um apresentador famoso forjando inclusive entrevista com falso membro de nada falsa facção criminosa para bombar no Ibope? Pois é, tudo pela audiência, como no filme "Rede de Intrigas", filme de 1976, vencedor de 4 Oscar em 10 indicações.

Desse modo, a partir da TV nos acostumamos a ver a cara de vagabundos, psicopatas e malucos. Temos então de tudo um pouco, quase sempre, todos eles, repetindo um ar de inocência ou arrependimento diantes das câmeras. Sem contar as obras de ficção que abordam o tema.

Já escrevi sobre isso. Nossos políticos agem exatamente assim, mentem descaradamente e fingem inocência em tudo. Todavia esse texto é pra falar de outro tipo de vagabundo. Muitos se assemelham na psicopatia, na ausência de empatia pelo próximo e quase todos, com raríssimas exceções, carregam consigo um traço bem específico: a covardia.

E a covardia dessa gente é daquela mais comum mesmo. O covarde que quando sentindo-se seguro faz e acontece, como um estrupador ou assaltante de idosas, que vira bicho louco diante de uma vítima indefesa. Vagabundo covarde!

Como todo covarde, quando pego, quando está em situação desfavorável, muda completamente sua postura fazendo os mais desavisados acreditarem piamente em sua inocência e sua boa vontade, no seu arrpendimento nada sincero e em suas lágrimas de crocodilo.

Durante os últimos anos, pilantras e covardes de uma classe artística e pseudointelectual manipularam e pressionaram empresas e grandes anunciantes num processo de cancelamento e asfixia financeira por terem posições políticas e sociais diferentes das suas. 

Numa imposição de um pensamento único e de uma única possibilidade possível, viável e aceitável, fizeram pessoas e algumas companhias amargaram dificuldades e passarem por processo de cancelamento se não cumprissem suas agendas e se não atendessem aos seus interesses. Eram livres desde para defender qualquer ponto de vista desde que o ponto de vista fosse o aceitável por essa gente ligitimada sabe-se lá por quem.

Mas o mundo não gira, capota! E como o tempo sempre é o senhor da razão, as verdadeiras intenções dessa gente, não ficaram incólumes apesar dos alertas dados desde o primeiro momento por alguns poucos aentos que percebiam a airdilosidade dessa turma. Além de seus posicionamentos em desacordo com o anseio e a escolha da maioria da sociedade, a manipulação clara em tentar fazer dizer que grama á rosa, além de todos os registros gravados em video ou foto, protegidos e ungidos por Nossa Senhora dos Prints ou pela memória coletiva virtual levou claramente a um desvendar de quem é quem nessa história todo. 

E o mesmo tempo que coloca tudo no lugar certo, que cura e ameniza dores, também não gosta daqueles que tentam tirar proveito de suas belas qualidades. Talvez incautos ou crentes na memória fraca do brasileiro, talvez para eles o tempo parecia estar dando uma outra chance. Uma outra chance aos covardes que esperavam a poeira baixar. Mas, sem trocadilho (mentira, num trocadilho maravilhoso, sabor de chocolate) tivemos um bis no caminho.

E ao termos um bis de uma situação que não foi aceita pela sociedade, essa mesma sociedade, como num clássico de futebol, deu uma goleada, um verdadeiro chocolate no time adversário.

Antes fosse só futebol. Se fosse, o que acontece em campo, fica no campo e depois da partida uma boa cerveja, entre amigos, resolve. Mas isso só acontece entre amigos, entre aqueles que nos querem bem, apesar de discordar muitas vezes do nosso ponto de vista. Isso não acontece com os covardes que  dizem que temos que ser eliminados quando estão por cima da carne seca.

Falamos dos covardes, que não são homens, são ratos! Criaturas sem hombridade, valores, sem postura de homem! Gente sem valor que so poderia representar mesmo o lado de lá. Covardes que se fazem de vítima no revés, que esquecem seus risos, deboches, regojizos e ódio vociferado com suprema arrogância de quando detinham o controle da situação. E como bons covardes que são, como os bandidos dos programas de TV, fazem cara de choro, pendem perdão, trégua, falam de um recomeço.

O povo conheceu o sabor amargo de algo que tinha tudo para ser doce graças a criaturas como essa. Que covardemente pensou em si e não no povo ou no seu país. E que mais uma vez coninua pensando em si, nos seus patrocinadores e no seu fatramento. Mas a sabedoria popular diz que dor de barriga não dá uma vez só.

Se tiver que ter bis de algo, que seja um bis de satisfação por ver aqueles que se acham o maior da via láctea sucumbindo diante de pessoas simples que resolveram, por si próprias, sem manipulação, desligar a TV e deixar o programa dos bandidos sem patrocinadores.

Fonte/Créditos: Gustavo Reis

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