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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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Futebol também é palco de guerra cultural

Até onde você se deixa levar pelo 'Politicamente Correto'?

Futebol também é palco de guerra cultural
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Futebol é evento esportivo com influência cultural em todo o mundo. E um ocorrido como o deste sábado (29/07) entre o preparador físico argentino e o atacante, ambos do Flamengo denota como estamos longe de compreender a guerra cultural total imposta pela esquerda.

Não tenho detalhes do ocorrido, o que sei é que o agora demitido preparador físico indagou por que o atacante Pedro não se levantou para aquecer e então, após o jogo, acabaram discutindo no vestiario, terminando em um soco. Repito, isso é o que sei, o que a mídia divulgou.

Mas o objetivo da minha análise aqui é o nosso comportamento diante de situações assim. E que coisa triste é ver tanta gente da direita, conservadora, se deixando levar pelo politicamente correto, em casos assim.

Vejo praticamente todos colocando como inaceitável e imperdoável a atitude do preparador, a reboque do que pregam o jornalistas da mídia esportiva (todos de esquerda).

O conservador deve ser prudente em suas análises e muito cuidadoso. A impulsividade e a cegueira gerada por uma paixão não deveria nos cegar. Mas nos cega. Basta um assunto sair da esfera política ou religiosa que vemos os efeitos de quase duzentos e cinquenta anos de esquerdismo em progressão incessante no ocidente.

Aquilo que digo ser a mente esquerdista dos brasileiros aflora em situações assim. Agimos, reagimos e nos comportamos, do modo que eles nos ensinaram subjetivamente, caímos feito um pato, tal como um esquerdista que se deixa levar pela maré do momento, pelo lugar comum do momento. Idiotas úteis mesmo que por idiotia não sabem que estão e nem a quem estão servindo.

Inaceitável? Imperdoável? Vamos analisar bem pelo que já sabemos. Será que não há hipótese alguma que explique e talvez justifique (ou não) a atitude de um HOMEM para com outro HOMEM? Pois não podemos esquecer quem eles são e, sendo assim, temos que começar do começo. São dois homens adultos, lidando entre si, em ambiente competitivo. Não tem criança ali.

Não soube de uma confusão generalizada, nem soube de outros jogadores ou membros da comissão comprando a briga de nenhum dos dois ou se revoltando em rede social pelo o ocorrido.

O treinador, por exemplo, também Argentino, homem da cultura do sangue quente e de personalidade fortíssima, escreveu em seu Instagram que o futebol sempre teve isso, mas que o mundo mudou, pra pior em algumas coisas e pra melhor em outras. E que a violência nao pode blá-blá-blá... postagem politicamente correta!

Mas voltemos aos fatos que sabemos e asituacao que estamos analisando: alguém viu ou sabe o que levou ao preparador dar o soco? (Além da versão divulgada, sera que nada mais aconteceu?)

Alguém sabe se ele foi agredido verbalmente? Porque ele foi desrespeitado e insultado pelo atleta Desrespeitado pela postura do jogador, insultado e afrontado em sua liderança como membro da comissão técnica, sendo essa a crítica feita pelo preparador, em seu pedido de desculpas veiculado nas redes, dizendo que perdeu a cabeça e lamentava todo o ocorrido.  Um mea-culpa politicamente correto.

Ora, o pau sempre cantou no ambiente do futebol. Algumas poucas situações foram publicizadas ao longo da história mas tantas outras foram resolvidas de forma interna, entre os membros do grupo. Lembremos, sao homens lidando com homens, onde um código implícito de postura e honra sempre existiu, onde todos sabem o que pode e o que não pode acontecer. Onde todos sabem até onde os limites estão estabelecidos e cada um entende muito bem, desde cedo, o custo de suas posturas e ações.

Então, logo aparecem aqueles com a história de que "essa cultura tem de mudar", que precisamos de "civilidade", "profissionalismo". E quem são eles? Jornalistas, a mídia, que insiste na revolução de tudo, em tudo, sempre buscando cumprir os conceitos determinados por uma elite intelectual que está a serviço de quem os paga. Aqueles bilionários que gostam de brincar de senhores do mundo, determinando o que pode, onque não pode e como deve ser.

Compreendemos, você, eu e qualquer pessoa de bom senso que a violência não é o caminho desejável para nada, um ultimo enextremo recurso a depender da situacao. Reafirmo, concordo e defendo isso, violência não é o caminho correto. Todavia, tirar do homem o direito de se defender e se fazer respeitado pelo outro, na esfera que for, é fazer com que o homem deixe de ser homem. Ainda mais quando o homem é  ferido por aqueles que escondem sua canalhice atrás de uma suposta civilidade mas que em seus comportamentos não são nada honestos, tampouco respeitosos.

Essa é uma das primeiras algemas colocadas pelo politicamente correto. Imposta aos homens para que eles jamais reajam e defendam aquilo que lhes são caros, afinal, o homem precisa ser civilizado e se estiver sendo prejudicado, a justiça e os meios legais estão aí para defender os seus direitos.

Poucas pessoas percebem a diabólica engenharia criada para tirar do homem sua liberdade, transferí-la a um terceiro como se esses fossem Deus, justos, imparciais, infalíveis e completamente blindados aos pecados que afetam o ser humano.

Tão diabólico é que ao contestar, como faço agora, fico numa posição como se defendesse a barbárie ou a Lei de Talião, do olho por olho e dente por dente, para os mais apressados em julgar. Mas não é nada disso.

Numa situação dessas, cada um tem seu temperamento e modo de agir. E toda ação gera uma consequência. Se isso serve para o agressor, serve também ao agredido. Afinal, ninguém soca a cara de ninguém de bobeira. E nem quem toma um soco do nada, não reage instintivamente. 

O agredido pode e deve se defender por todos meios legais. O agressor deve responder diante de sua equipe, ou seja, dos colegas de trabalho, como já fez em seu pedido de desculpas e, se denunciado legalmente for, que arque com isso. Assim sempre funcionou.

Não nos esqueçamos também que a legislação prevê solução civil e criminal, se cabível for, para esse tipo de situação há mais de um século. E aqui sim, aqui eu mostro que não defendo a barbárie, mas sim uma ordem natural das coisas, onde o ser humano não deve abrir mão da sua liberdade e suas atitudes devem ser baseadas por uma racionalidade, decisão própria, assumindo os riscos e consequências. E não por uma imposição social que, ao fim, leva os homens atuais à uma situação onde eles não sabem mais como se comportar.

Portanto, muitos posicionamentos e declarações de jornalistas diante do fato não passam de conversa pra boi dormir. Ou seja, é o uso do discurso  que agrada e se vende como correto, sinalisa virtude. É a imposição de novos hábitos travestidos de uma postura mais nobre ou inteligente, mas que ao seu fim atua para tirar dos homens o direito de defesa em relação a situações onde a agressão física é a última das agressões no contexto total caso. 

Resumindo, pode ter sido uma reação a muita coisa errada transformada em agressão.E pouca gente percebe isso.

Para concluir, se realmente se trata de um sujeito grosseiro, desrespeitoso, um idiota que atrapalha o ambiente de trabalho, a decisão de demissão foi correta, a postura do atleta foi correta. Mas não tenho receio algum de escrever que a solução deveria ser interna, sem demissão alguma se o ocorrido teve origem numa atitude ou série de atitudes de alguém que, deliberadamente, vinha criando situações que testavam o humor de qualquer profissional sério, desrespeitando inclusive os colegas atletas, ou seja, se tudo isso se originou por uma vontade de alguém mimado, marrento e problemático quando não atendido em seus desejos, o politicamente venceu, mais uma vez.

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