A cantora Ludmilla teve um apagão. Não. Pera! Antes que a ministra da Igualdade Racial levante a bandeira vermelha, vamos começar de novo. Deu branco - se disser que o branco é europeu ganho até aplausos - na cantora Ludmilla, neste domingo(05), durante apresentação no Grande Prêmio de Fórmula 1, no autódromo de Interlagos, em São Paulo.
"Ouviram do Ipiranga as margens plácidas" - aqui a gente dá um desconto porque na verdade ela pronunciou "ouvira"
cri, cri, cri...
"retumbante"
cri, cri, cri...
Como alguém que arranha no microfone há alguns anos, posso afirmar: é normal esquecer a letra. O que não é aceitável é a desonestidade da cantora de extrema-esquerda diante do fato. Ludmilla não só não cantou, como colocou a culpa no som.
"Gente, foi emocionante, gente! Vocês viram o Hamilton entrou pra falar comigo? Gente, foi muito foda! Só teve uma falhinha no som, no início. Mas enfim, a gente tirou de letra e arrasou."
No caso ela tirou a letra, mas tudo bem. Não posso garantir que a funkeira esqueceu ou não sabe, mas o fato é que ela não cantou. Nas imagens é possível ver que cantora parou de movimentar a boca, no momento em que o som sumiu. Sem contar que o som do cavaquinho continuou normalmente.
Outra evidência, da falha de Ludmilla, é que no momento em que ela travou, a câmera foi trocada, dando destaque a outras pessoas, que estavam no local, entre elas autoridades políticas e pilotos, os quais não disfarçaram o constrangimento.
Ludmila é o retrato de outra figura feminina que se tornou conhecida com a chegada do atual governo: inculta, ignorante, vulgar e deslumbrada.
Hino do Brasil com Miguel Vicente no cavaquinho e na voz da cantora Ludmilla abrindo o GP de Sâo Paulo.#F1naBand pic.twitter.com/2yMkbOHor5
— Esporte Na Band (@esportenaband) November 5, 2023