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Terça-feira, 05 de Maio 2026
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BOTAFOGO CAMPEÃO DA LIBERTADORES E A CULPA É DO BOLSONARO

A imprensa canalha não fala, mas ocupar os espaços e guerra cultura é exatamente isso

BOTAFOGO CAMPEÃO DA LIBERTADORES E A CULPA É DO BOLSONARO
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A final em preto e branco coloriu Buenos Aires e todo América do Sul. E você não verá ninguém falar desse assunto tão necessário e o papel de Jair Bolsonaro. Esse é meu pontapé inicial.

Parabéns para o Campeão. O que vou escrever aqui serviria para ambos os clubes. Dois Clubes antigos, tradicionais que chegaram a final do torneio mais importante do continente.

Mas o que isso tem a ver com política? Com, até mesmo "conservadorismo"? Eu explico.

A mais canalhas de jornalistas de todos os tempos, uma imprensa marrom em tom de diarreia não toca no assunto, mas eu vou tocar: e se fosse o maior ladrão da história do Brasil ter aprovado a Lei da SAF?

A Lei n.º 14.193, de 6 de agosto de 2021, conhecida como Lei da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), é uma normativa inovadora que visa modernizar e profissionalizar a gestão dos clubes de futebol no Brasil.

A lei permite que os clubes de futebol se transformem em empresas sob a forma de Sociedades Anônimas do Futebol, proporcionando um novo modelo de negócio mais sustentável e transparente

A SAF nasceu do PL 5.516/2019, apresentado pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e aprovado na forma de um substitutivo do senador Carlos Portinho (PL-RJ). Mas vamos traduzir isso? A partir da iniciativa de um Senador Conservador, que durante a maré de mudança de pensamento que varreu o Brasil, defendendo e implementando mais investimento, abertura do país para o capital externo, para riqueza, politicamente negociada no Senado, coube a Jair Bolsonaro permitir que aquilo que assistimos hoje em Buenos Aires fosse possível.

"Dinheiro chama dinheiro" diz o ditado. A sabedoria popular sabe que investimento bem feito traz resultado. De dois clubes falidos, devedores com passivos impagáveis nos moldes antigos de direção dos clubes associativos, vimos a transformação nos dois casos.

Não estou aqui falando tão somente da disputa de título, até porque o Atlético MG, nas mãos de um político matreiro, esquerdista, ganhou o título em 2013, se endividando horrores e dando a cadeira de prefeito para o aproveitador. Falo aqui da vitória, da conquista, da presença na TV, dos novos patrocinadores e das gestões profissionais, no caso Botafogo, com capital externo, equalizando dívidas, fazendo pessoas que esperam há décadas pelos seus recebimentos, sendo pagas e mostrando como a competência, a capacidade e a responsabilidade são responsáveis diretos pelo sucesso verdadeiro.

O caso da SAF do Botafogo é emblemática, afinal, um norte-americano veio aqui, "comprou o clube", questionou muita coisa errada, inclusive aquilo que todos sabem que existe no futebol, que é a influência nas arbitragens e virou um monstro para esses mesmos jornalistas. A do Atlético, numa SAF polêmica para muitos torcedores, também trouxe ganhos e demonstra que o profissionalismo e dar liberdade para investimento e o único caminho para o sucesso.

Ou seja, a mudança avassaladora é o crescimento exponencial do futebol brasileiro, afirmo até ser a sobrevida do futebol brasileiro se deve ao governo Bolsonaro, a Jair Bolsonaro, que enfrentou o projeto de espanholização do nosso futebol. Se antes, como na área da política, a mídia se limitava a repetir lugares-comuns de que só Flamengo e Corinthians levariam multidões para fora do país, ou só eles teriam capacidade se sustentarem, se não fosse primeiro, a grandeza do nosso país e nosso futebol, a atuação decisiva de um ex-presidente Palmeirense, Paulo Nobre, que também é execrado pela mesma mídia, mas tirou dinheiro do próprio bolso para pagar até conta de luz, nada disso do que estamos vendo nesses dias e vimos hoje seria possível.

Regulamentação, normalização, não pode ser castração, controle absoluto ou amarras ao desenvolvimento. Tudo isso precisa trazer tranquilidade e dar oportunidade aos investimentos.

A lei da SAF está distante de ser perfeita. O futebol brasileiro enfrenta grandes dilemas, problemas, inclusive com a nossa CBF sendo área de atuação de políticos de extrema-esquerda, mas bastou um pouquinho de oxigênio pro Brasil, o futebol brasileiro, mostrar sua força. 

Como vascaíno, invejo demais os dois clubes e tantos outros clubes. E isso é mais uma mostra que a oportunidade dada a todos, de forma igual, não traz resultados iguais. Se é necessário e justo a isonomia de condições, o lema da Revolução Francesa é um engodo manipulador que confunde a mente do torcedor que não entende onde o problema está.

Capital estrangeiro, investimento grande, mas feito por gente incompetente, para não chamá-los verdadeiramente do que eles são, a SAF do Vasco foi feita por vascaínos com longa história na militância e participação em governos corruptos da esquerda, como do Lula, Cabral ou participação em casas como o Palácio Tiradentes (Alerj) e o Palácio Pedro Ernesto (Câmara de Vereadores) e por gringos indicados em lavagem dinheiro, alguns com passado ligado até ao tráfico de drogas.

Apesar de clubes associativos terem chegado a títulos importantes, a uma organização nos últimos anos, só àqueles que tiveram aportes substanciais de dinheiro, via patrocínios conseguiram se equilibrar de fato. Titulo não é sinônimo de boa administração. Muitos seguem aí com dívidas impagáveis e com revezes anos depois da conquista.

A vida é a realidade são implacáveis. Quando se fala de um assunto desses, o incauto ou aquele que não quer se dobrar à ela, diz que é exagero, que está se vendo política onde não há e blá-blá-blá. Mas a verdade é que vai muito além da política.

A política e os políticos são reflexos de sociedade. Ela é formada por homens, que por sua formação, seu conhecimento e suas convicções morais atuam no seu dia-a-dia em seus afazeres, em suas tarefas, em suma, na sua vida. E aquilo entra a questão do conservadorismo.

Vale lembrar que o conservadorismo não é uma ideologia, aliás, como o comunismo não é, como nos ensinou Olavo de Carvalho. Os motivos são diferentes, comunismo é um esquema de poder. Já o conservadorismo se resume em fidelidade, constância e firmeza nos valores, nos legados positivos daqueles que nossos antepassados e nossa base grega-judaico-crista representa.

Em resumo, na mão de gente que falam mal do capitalismo, do liberalismo econômico, que tem aversão a liberdade individual, que só gosta de lacrar e defender o errado, nada da certo. O Vasco da lacração que o diga.

Nas mãos de quem privilegia os melhores, respeita a competência, a capacidade individual, o livre mercado, concorrência e tem compromisso com a verdade, sem vitimismos, desculpas e terceirização de suas fraquezas, tudo funciona.

E que isso sirva de exemplo até para o próprio Jair Bolsonaro e muitos daqueles que estão ao seu lado, sem ajudá-lo, só bajulando e atrapalhando. O futebol não é importante só para o povo brasileiro como traço cultural nosso. Ele é importante, inclusive para o próprio futuro da nação. 

Esse é o mais belo resumo de guerra cultural e ocupação de espaço. Graças a essa lei, a competência, os valores conservadores e a liberdade econômica mostraram seu valor. Só precisamos de gente capaz, na própria direita, se comunicando e fazendo. E não dessa maioria de políticos esquerdistas de direita que temos hoje, em sua maioria, que só pensam em se dar bem.

Você já viu algum político nosso falando disso que falei? Pois é, nem eles enxergam isso.

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