Que verdade?
Santo Agostinho celebrizou a seguinte frase:
"A verdade é como um leão; você não precisa defendê-la. Deixe-a solta, e ela defenderá a si mesma."
Mas que verdade temos nos dias de hoje, onde a engenharia social e a ditadura da narrativa "esconde" o leão?
O que tivemos ontem na CPMI se repetirá com todos aqueles convocados pelo governo com o intuito de serem criminalizados a qualquer custo.
E aí estará a verdade. E repito a pergunta: que verdade é essa?
É a verdade do óbvio, daquilo que qualquer cidadão desarmado de ideologias e que ungido de bom-senso já sabe de longa data: um lado mentindo a qualquer custo para emplacar um enredo sem pé e nem cabeça, com apoio de maior parte da mídia prostituída por trinta moedas.
Por outro lado, a verdade óbvia na qual pessoas capazes, honradas, honestas intelectualmente e moralmente, expondo e tendo a parca chance de se manifestarem e de se defenderem diante a avalanche de informações e acusações inverídicas.
Se o sistema prende e esconde leões a qualquer custo (qualquer custo aqui é apenas expressão popular, o custo é altíssimo, financeiramente e moralmente), sempre surgirá um novo leão que se defenderá sozinho.
Todavia, enquanto vibramos com um leão que surge heroicamente se defendendo, um outro leão, uma outra verdade, surge implacavelmente em nossa frente e quando o notamos, a euforia perde espaço para a dureza da constatação: quantos mais, em nossa sociedade, se importam com o leão?
E esse é o nosso maior desafio nos dias de hoje. Tirar as pessoas do transe coletivo, que vivem como hienas, devorando a verdade e rindo daquilo que, em um dia, as devorará.