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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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A lição de Netanyahu

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A lição de Netanyahu
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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, chamado por seu povo carinhosamente de Bibi, mandou uma mensagem dura, direta e reta ao Presidente globalista Francês, Emanuel Macron.

Numa chamada às favas após mais uma bobagem dita com todo o método possível para enfraquecer Israel diante dos absurdos que estamos assistindo há um ano, Netanyahu só faltou ir para uma linguagem coloquial e dizendo que o Macron é um bosta de sujeito e que a França não significa mais nada diante da realidade dos dias.

Mas ele manteve a compostura e deu com luva de pelica um tapa na cara de mais um diabólico líder globalista.

Israel, através de Netanyahu, vem fazendo o que há muito tempo homens e líderes do ocidente, insatisfeitos com uma agenda tão preditiva para os nossos modos e costumes deveriam estar fazendo.

Não há mais lacração que se sustente, com sua hipocrisia e cinismo, para o discurso e as medidas antissemitas travestidas de discurso e ações de paz para um mundo melhor, quando Israel está envolvido. Pelo contrário.

Caçando lideres terroristas, que se valem de uma religião que deseja o fim de qualquer infiel, portanto, não respeita a diversidade religiosa, Israel vem sendo efetivo em eliminar aqueles que tentam lhe eliminar.

E graças a essas ações de Israel, a cultura ocidental, a sociedade, judaico-cristã ocidental, baseada em valores religiosos bem compreendidos em sua essência, apoiada pela filosofia grega e o direto romano, vai colocando os pingos nos is, dando de ombros para as relativizações e vitimismo impregnados ao mundo pelo marxismo cultural.

Assim como aconteceu em Gaza e na Cisjordânia, na Síria, e principalmente no Líbano, pessoas comuns, imunes ao radicalismo e vítimas dos extremistas Islâmicos, ainda que muçulmanos, comemoraram as ações da Força de Defesa de Israel, conhecida pela siga em inglês IDF (Israel Defense Force).

Caçando-os como ratos que são, Israel vem eliminando as sementes do mal que se escindem atrás da religião para defender seus devaneios ditatoriais e autoritários, que aprisionam mentalmente, induzindo ao mal, ou efetivamente, perseguindo quem discorda, milhões de pessoas ao redor do mundo.

Em sua saga por sobrevivência, o povo de Israel que acaba de celebrar mais um ano novo judaico, vai dando lições e lutando verdadeiramente por um mundo novo, livre desses monstros que são a representatividade do mal na terra.

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