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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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A importância para o conservadorismo de uma bandeira LGBT

O ocidente malvado é o lugar mais doce do mundo, com todas as suas amarguras.

A importância para o conservadorismo de uma bandeira LGBT
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Pode parecer maluquice e contraditório, mas a Guerra cruel que mata desde a verdade à civis inocentes, também faz viver e sair das sombras histórias, personagens e valores.

Pode parecer maluquice e contraditório, mas o título desta coluna trata de um fato cuja a imprensa buscou mostrar apenas a sua militância pela causa, dando foco ao que é menos importante e escondendo o óbvio, o significativo, enfim... o que há de mais valoroso e profundo nesse episódio: a honra de uma pessoa e a liberdade de suas escolhas, num mundo onde o indivíduo é responsavel pelo seu destino e não o coletivismo e seus regimes opressores são quem determinam o que pode e o que não pode. Portanto, nada mais judaico-cristão do que o livre arbítrio de cada um para fazer suas escolhas.

O soldado Israelense de 31 anos, Yoav Atzmoni, homossexual, postou orgulhoso a bandeira LGBT tanto quanto a do seu país, Israel. Obviamente que a foto que mais tomou conta da mídia é a foto da bandeira LGBT, afinal estamos também numa guerra cultural onde um dos objetivos é confundir e impor uma visão de mundo.

Atzmoni foi convocado para servir nas Forças de Defesa de Israel após o ataque terrorista do Hamas no dia 7 de outubro, que matou cerca de 1,2 mil israelenses e afirmou que as fotos foram tiradas há pouco mais de duas semanas, em Al-Atatra, localizada ao norte da Faixa de Gaza.

A todos os ativistas LGBTQ anti-Israel, as Forças de Defesa de Israel enviam cumprimentos de Gaza! A propósito, esta é a primeira vez que esta bandeira pode ser hasteada gratuitamente em Gaza, caso você ainda não tenha entendido! - ativista israelense Yoseph Haddad, no Twitter.

Yoav Atzmoni serviu ao seu país nas forças armadas durante três anos, entre 2010 e 2013, como parte do serviço militar obrigatório de Israel. Na época, ele se assumiu homossexual espontaneamente para seus companheiros militares. Eles o apoiaram, sem constrangimento algum para ninguém.

Vale lembrar que sob o Hamas, os palestinos LGBT sofrem “severa perseguição e ostracismo”, de acordo com o relatório de 2022 da UN Watch .As relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são proibidas em Gaza e puníveis com até 10 anos de prisão.

Mas é no ocidente, beneficiados muitas vezes pela campanha de destruição de valores e da própria sociedade ocidental, que diferentes formas de ver e viver a vida, algumas e, em alguns aspectos, distantes das referências morais religiosas do ocidente, é que o ser humano vive livremente para exercê-la.

Entender que o progressismo se vale de qualquer minoria para fazer a política de divisão e enfraquecimento do seu inimigo no projeto de poder é o primeiro passo para entender a prática maquiavélica dos fins para justificar os meios por parte desses psicopatas que gostam somente de si. Nem de seus entes queridos essa gente gosta e respeita. Tudo pela causa e pelo ideal, sempre.

Durante a segunda guerra mundial, vimos valorosos homens do ocidente sentados à mesa e lutando junto dos comunistas, os internacionais socilaistas, contra os nacionais socialistas alemães. Isso não fez desse bravo ocidente e de seus homens, naquele momento, aquilo que hoje vemos comumente, nas fileiras digitais da direita brasileira principalmente, reações e acusações de infiltrados, vendidos ou etc. 

Compreender a guerra que lutamos, quem são nossos inimigos e o que verdadeiramente defendemos, antes de tudo, é essencial para não nos tornarmos presa fácil de populistas e de ignóbeis que querem conduzir pessoas, manipular massas e exércitos pelos seus pontos de vistas somente, desprezando o debate de ideias e questionamentos, colocando-se então como verdadeiros representantes de um conservadorismo esquerdista de direita. Isso, mesmo, conservadores que pensam e agem, na prática, como esquerdistas, que se pegam no raso de argumentos comuns para provarem ser algo que no fundo não são. E, apesar de pautas convergentes (anti-aborto, anti-droga, anti-comunismo e etc), os mais atentos percebem suas profundas limitações de pensamento , limitações inclusive ao pensamento livre, seus interesses de manipulação de massas e, por fim, a pequenez de suas almas.

Fato é que somente esse mundo ocidental feio, bobo e cara de melão (ou no sofismo da atualidade, machista, opressor, misógino do patriarcado capitalista e o bla-bla-bla mais que eles inventam) permite com que cada um semeie seu futuro e colha seus frutos correspondentes à sua semeadura. E quem é conservador precisa entender e agir assim.

Jesus de Nazareth, o ser humano mais fantástico encarnado nesse planeta não obrigou ninguém a seguí-lo. Jesus não impôs nada ao próximo.Lutou contra hipócritas, vendilhões, juízes e sacerdotes os expondo em suas hipocrisias e ajudou as vítimas do poder à época com ensinamentos, com ações, com exemplos. Todos amarrados a uma raciocínio lógico, justo e coerente com aquilo que trazia e dizia ao povo em suas palavras e parábolas

Essa bandeira LGBT em Gaza é a maior prova de que nós somos o lado certo da história. O lado da liberdade, do amor, da tolerância e da Verdade. Certamente nenhum de nós tem a grandeza moral para dizer a esse nobre soldado, homem honrado na defesa dos valores da sua terra, do seu povo, e com seu livre arbítrio em pleno exercício, "vá e não peque mais" (João 8:11). Mas nós devemos dizer aos nossos, que não compreendem ainda quem são os verdadeiros inimigos da nossa sociedade e que lutamos pela liberdade do indivíduo.

E para aqueles conservadores mais exaltados que não conseguem entender a profundidade dos ensinamentos do Cristo, que não conseguem vislumbrar a importância dessa mensagem direta e objetiva feita pelo soldado homossexual israelense para um mundo de pessoas que são utilizadas como massa de manobra por uns poucos cabalhaus maus que se aproveitam dessas minorias usando-as, Jesus disse com sua grandeza moral  "se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra nela".(João 8:7)

O adultério da pecadora, assim como a bandeira LGBT, é algo menor, muito menor diante do respeito ao indivíduo, as suas escolhas e da sua vida.

O ocidente malvado é o lugar mais doce do mundo, com todas as suas amarguras, dificuldades e necessidades de evolução, quer seja material ou espiritual. Compreender isso é compreender a do que se trata essa guerra e quem é quem nesse campo de batalha.

Fonte/Créditos: Gustavo Reis

Créditos (Imagem de capa): Yoavi Atzmoni

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