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Segunda-feira, 04 de Maio 2026
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A Esquerda e a arte de colocar a culpa no outro

“Ou a luta contra o mal começa pela luta contra a confusão, ou só acaba contribuindo para a confusão entre o bem e o mal"

A Esquerda e a arte de colocar a culpa no outro
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A importância do voto ideologicamente correto na eleição municipal precisa ser incentivada pela direita cada vez mais. Explicando para a população os efeitos das escolhas, não só no âmbito nacional, como também no municipal. Na sua prática, no seu dia-adia, na realidade das vidas das pessoas. 

A máquina de propaganda do mal, da mentira, dos manipuladores, da esquerda, vive da confusão. Aliás, Olavo de Carvalho já alertava sobre a necessidade de lutar contra a confusão entre o bem e o mal antes mesmo de lutar contra o mal.

E como sempre, ele tinha razão. Vejam o caso das chuvas do Rio.

Desde que o Rio começou a ser ocupado, ainda na colônia, antes de ser a Capital,  ele sofre com problemas de chuvas e alagamentos em áreas de uso urbano.

Parte da cidade do Rio de Janeiro foi construída sobre mangues, lagoas, áreas de várzeas (alagadiças) e no entorno de rios.

Ou seja, chuvas fortes somado a movimentos de marés, por si só alagariam essas regiões. Com a ocupação humana desordenada, temos as enchentes nos locais que são, em suas curvas de níveis, iguais ou similares à época da criação do mundo, substituindo apenas a natureza pelo concreto ou asfalto.

Dito isso, vamos agora falar da confusão em si. O Governador do Estado vem sendo atacado como principal responsável por alguns perfis. Não há dúvidas de que o Governo do Estado tem responsabilidade, mas está longe de ser o principal, ainda que tenha uma responsabilidade enorme. Como o povo também tem a sua responsabilidade, pois ocupa espaços indevidos e suja como ninguém o meio ambiente.

Aliás, graças ao Governo do Estado e a privatização da Cedae, muito esgoto hoje vai para o tratamento e não para as galerias de águas pluviais, o que agravaria o problema.

Mas o principal culpado sempre será a administração municipal, o prefeito. Cabe ao prefeito a instalação, limpeza e manutenção das galerias de águas pluviais, tão como o recolhimento de lixo e ainda, sempre pouco falado, a regulação de uso e o combate a ocupação desordenada do solo.

"Choveu em uma hora o que estava previsto para o mês inteiro, para metade do mês"... e por aí vai. Essa é uma das manipulações mais canalhas de dados que existe e a população aceita.

Se todos os anos ouvimos que em algum lugar ocorreu esse fenômeno, significa dizer que os dados mensais não correspondem a uma realidade que é a concentração e volume de água que acaba caindo em algum ponto da cidade, da região, ainda que a ocorrência não seja anual. Ou seja, em algum lugar, vai chover um volume absurdo de água, correspondente ou acima de uma média mensal, que representará um pico de volume de água e isso deveria ser levado em consideração. Mas nunca é. 

Portanto, para acabar com a confusão, temos que dar a César o que é de César: os volumes de água em uma geografia que não favorece seu escoamento, dependem demais da intervenção das prefeituras, principalmente na prevenção ao evento, minimizando os danos.

Sirenes, alertas, monitoramentos são importantes, mas são remendos para a falta de investimento em infraestrutura e para a péssima gestão do prefeito do Rio.

Como o objetivo é sobreviver, viver do Poder, sem se preocupar com o povo, não há nenhuma vergonha dessa gente em criar a confusão, criar falsos culpados e seguirem manipulando. E, em existindo confusão, fica difícil conhecer a verdade. Verdade que sempre liberta.

Veremos agora o teatro da preocupação, da mobilização, da doação de roupas e alimentos, das verbas emergenciais, das dragagens de última hora e dos agradecimentos ao Governo Federal pela ajuda e o apoio.

Quebram as pessoas e lhes oferecem muletas. Não permitem o crescimento econômico, por consequência, a oferta de emprego e geracao de riqueza. Também não fazem política de habitação séria, de transporte... sem contar o investimento em infraestrutura, que quando existe é extremamente super faturado.

E como se diz popularmente, "desgraça pouca é bobagem", surge nas redes sociais a candidata a vice do atual prefeito falando que tudo isso esta relacionado com o "racismo ambiental".

Seja lá o que isso possa vir a significar na narrativa explicativa da esquerda, sabemos o que significa na prática e na realidade: dividir para governar, incitando ódio entre as pessoas através da defesa de um problema que sequer, de fato existe. Mais confusão.

“Ou a luta contra o mal começa pela luta contra a confusão, ou só acaba contribuindo para a confusão entre o bem e o mal.”

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