Acabo de ver uma aula prática de conservadorismo em Paris. E que aula!
E se você não viu, lamento muito por você.
Porque a disputa do ouro olímpico no tênis individual masculino, entre Sérvia e Espanha, representadas pelo número um do mundo, Novak Djokovic e o número dois, representante espanhol, Carlos Alcaraz, além de ter sido uma partida fantástica, histórica, foi, repito, uma aula de conservadorismo.
Djkovic é muito mais que um tenista multi-campeão. Ele é um dos maiores seres humanos dos nossos tempos. Um exemplo de homem conservador verdadeiro.
Cheterston escreveu que "A coisa mais extraordinário do mundo é um homem comum, uma mulher comum e seus filhos comuns". Vimos numa aula prática do cidadão Djokovic.
Mas Djoko não é comum dentro da quadra. Não bastava confirmar ser o GOAT, siga em inglês para o maior do de todos os tempos, conquistando agora o ouro olímpico, último titulo importante que faltava. Ele sabe seu valor e sabe que precisa ser incomum para defender a vida comum e seus valores comuns.
Após o feito, se ajoelhou na quadra emocionado, sem antes demonstrar sua fé cristã ao fazer o sinal da cruz. (Djokovic é cristão ortodoxo e disse recentemente, que antes de um tenista, é um cristão).
Na sequência, foi em direção a família, a sua família. Celebrando com as pessoas mais importantes de sua vida e dando uma lição de sobre a importância de uma família bem estruturada na vida de um ser humano.
Além da família, reconhecimento e agradecimento, numa celebração simultaneamente com a sua nova equipe de trabalho, recentemente renovada por sua decisão, após anos vitoriosos com a parceria passada.
Para fechar com chave de ouro, ou melhor, medalha de ouro, tudo isso, empunhando a bandeira de sua Sérvia, país que sobreviveu a uma guerra defendendo seus valores.
No momento da vitória, vimos a valorização máxima dos bastiões mais importantes da civilização ocidental:
A fé e a bravura de um verdadeiro cristão que não se dobrou ao mundo ao defender seus valores, enfrentando a mídia e grandes grupos que queriam submetê-lo e usá-lo como exemplo.
A importância da família, base da nossa sociedade.
Dedicação ao trabalho, ao esforço individual, reconhecendo o valor de seu grupo, mas demonstrando que o indivíduo é o único responsável pela sua trajetória.
E, por fim, o orgulho de sua pátria, sua gente e o respeito mais profundo aos seus antepassados que lutaram pela nação.
Valores esses que, assim como ele, são tão atacados, relativizado e deturpados nos últimos tempos.
Não nos esqueçamos que estamos nos Jogos Olímpicos onde se evidencia ao mundo a imposição de uma agenda, a intolerância aos valores da civilização ocidental, travestido num discurso de amor e inclusão, mas que é verdadeiramente segregacionista preconceituoso.
Parabéns e obrigado, Novak Djkovic. Isso é ser um verdadeiro conservador.