As imagens do filme que encena e "ensina" um atentado contra o figurado presidente Jair Bolsonaro chocaram as redes sociais nesse sábado (16), e foram compartilhadas por vários parlamentares, dentre eles o filho do presidente Eduardo Bolsonaro e também o ministro da justiça Anderson Torres que determinou que a Polícia Federal instaure um inquérito para a apuração completa dos fatos.
Depois de um intensiva investigação jornalística, pude apurar alguns fatos que relacionei em um vídeo com vários documentos e boa parte destes fatos serão os que a Polícia Federal irão investigar.
O filme chamado 'A Fúria' é do cineasta luso moçambicano Ruy Guerra (amigo de longa data de Celso Amorim conselheiro do ex-presidente Lula) e produzido de ACERE Produção Artística e Cultural (SP) e de acordo com os registros da Agência Nacional do Cinema (ANCINE), captou dinheiro público.
Porém outro fato que chama a atenção é a relação indireta da Rede Globo com esse filme, através do canal Brasil que possui participação no filme, sendo que este pertence (em fração acionária) a rede Globo.
Apesar da rede Globo ter emitido uma nota negando sua participação, a mesma nota possuiu informações que acabam contradizendo a "negação".
Nota da Globo:
"A Globo desmente que pertençam a produções suas - seja para canal aberto, canais fechados próprios ou Globoplay - vídeo e fotos que estão circulando nas redes sociais de gravação de obra ficcional mostrando um atentado ao presidente da República. A Globo não tem nenhuma série, novela ou programa com esse conteúdo. Segundo foi informada, a gravação seria de um filme do cineasta Ruy Guerra chamado 'A Fúria', que pretende fechar a trilogia iniciada com 'Os Fuzis', de 1964, e 'A Queda', de 1976.
O Canal Brasil tem uma participação de apenas 3,61% nos direitos patrimoniais desse filme, mas jamais foi informado dessas cenas e, como é praxe em casos de cineastas consagrados, não supervisiona a produção. Embora tenha participação acionária no Canal Brasil, a Globo não interfere na gestão e nos conteúdos do canal."
Fica evidente a relação da Globo com o filme por meio do canal Brasil.
O filme "A Fúria" recebeu 2 Milhões da ANCINE em 2016 durante o Governo Dilma, mais 760 mil reais da Lei do Audiovisual e mais 400 mil reais de lei estadual e já captou mais de 3 milhões dentro do Governo Bolsonaro para sua exibição ainda este ano, pois a previsão de conclusão é para agosto deste ano.
Como houve captação de dinheiro público com base em um roteiro de 2016 e que foi alterado agora para atacar o presidente Bolsonaro, poderá configurar desvio de objeto no projeto e devido ao uso de dinheiro público, poderão perder a licença para rodar o filme e terão que devolver o dinheiro, quem lacra, não lucra!
Vamos aguardar o resultado das investigações da PF sobre este filme, pois fica evidente que se trata de uma arma ideológica de apologia ao ódio e violência, uma afronta a nação e um desrespeito ao chefe do executivo, mais um estratégia política da esquerda que atenta contra a segurança do Presidente Bolsonaro e contra nossa democracia.
Será que os poderosos vão dar 48 horas para explicarem sobre isso?
Bosco Foz