Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas Justiça para o povo do Irã, mas para todos os Grandes Americanos, e aquelas pessoas de muitos Países ao redor do Mundo, que foram mortas ou mutiladas por Khamenei..." - Presidente Donald J. TrumpCom esse texto, a Casa Branca divulga as objetivas, verdeiras e diretas palavras do presidente norte-americano sobre um dos piores seres humanos de nossos tempos.
O Brasil de Lula, Amorim é apoiador desse regime satânico. O Brasil deles, não o nosso Brasil, que sob o controle da esquerda, fica refém de gente que admira e concorda com a maldade sem fim.
O regime teocrático do Irã, sob a liderança de Ali Khamenei, foi marcado por décadas de violações sistemáticas aos direitos humanos, atos de repressão violenta e crimes contra a humanidade, tanto dentro do país quanto indiretamente por meio de apoio a grupos proxies que espalham terror no exterior. Esses atos não apenas suprimiram a dissidência interna, mas também contribuíram para o sofrimento de milhões, incluindo execuções em massa, torturas e perseguições baseadas em gênero, religião e orientação política. A seguir, listo pelo menos dez atos de pura maldade cometidos pelo regime, diretamente ou indiretamente, com base em relatos documentados por organizações internacionais como a Anistia Internacional, Human Rights Watch e Nações Unidas:
- Massacre de prisioneiros políticos em 1988: Milhares de opositores políticos, incluindo membros do Mojahedin-e Khalq (MEK), foram executados sumariamente em prisões como Evin e Gohardasht, sob ordens diretas de uma fatwa de Khomeini, implementada por comitês de morte. Estimativas apontam para até 5.000 mortes, classificadas como crimes contra a humanidade pela ONU.
- Execuções em massa de 1981-1982: Durante os primeiros anos da República Islâmica, milhares de dissidentes políticos, minorias religiosas e opositores foram executados arbitrariamente, incluindo crianças e adolescentes. Relatórios da ONU classificam esses atos como genocídio e crimes contra a humanidade, com estimativas de até 12.000 mortes.
- Repressão ao Movimento Verde em 2009: Após eleições contestadas, protestos pacíficos foram suprimidos com violência, resultando em dezenas de mortes, torturas, estupros em prisões e julgamentos encenados. Milhares foram presos, e opositores proeminentes foram forçados a confissões sob coação.
- Massacre nos protestos de 2019: Centenas de manifestantes foram mortos por forças de segurança usando munição real, com relatos de até 1.500 vítimas. O regime impôs um apagão de internet para ocultar as atrocidades, incluindo torturas e desaparecimentos forçados.
- Violência nos protestos pela morte de Mahsa Amini em 2022: Mais de 500 pessoas, incluindo crianças, foram mortas em repressões brutais. A ONU identificou crimes contra a humanidade, como assassinato, tortura, estupro e violência sexual, além de perseguição de gênero contra mulheres que desafiavam o hijab obrigatório.
- Massacres nos protestos de 2025-2026: Milhares de manifestantes foram mortos (estimativas variam de 3.000 a mais de 20.000), com uso intencional de fogo letal, incluindo tiros na cabeça e olhos. O regime impôs apagões de internet, prisões em massa (mais de 16.000) e extorsão de famílias para liberar corpos.
- Perseguição a minorias religiosas: Baha'is, cristãos e outras minorias enfrentam discriminação sistemática, prisões arbitrárias e execuções. O regime proíbe práticas religiosas e destrói locais sagrados, violando direitos fundamentais.
- Execuções de indivíduos LGBTQ+: Relações homossexuais são punidas com morte, classificadas como "corrupção na terra". Centenas foram executados ou torturados, em violação ao direito internacional.
- Tortura sistemática e desaparecimentos forçados: Prisioneiros políticos são submetidos a torturas físicas e psicológicas, incluindo confissões forçadas televisionadas. Milhares desapareceram, com impunidade total para os perpetradores.
- Apoio indireto a terrorismo e atrocidades no exterior: O regime financia e arma grupos como Hezbollah, Hamas e Houthis, contribuindo para mortes de civis em conflitos no Líbano, Síria, Israel e Iêmen, incluindo ataques a forças americanas e mutilações de inocentes.
Esses atos revelam um padrão de opressão que prioriza o poder teocrático sobre a vida humana, com Khamenei como figura central na perpetuação dessa violência. Nunca esteve tão fácil entender quem defende o bem e o mal nos dias de hoje: de um lado, regimes opressores que matam e torturam seu próprio povo; do outro, aqueles que lutam pela liberdade, direitos humanos e democracia, independentemente de rótulos políticos. A verdade busca transcender partidarismos, focando na justiça universal contra a tirania.
Hoje é um dos raros dias em que Céu e Inferno estao em festa, em decorrência do mesmo acontecimento. No céu, as vítimas, as pessoas que pereceram ante a maldade desse monstro, celebram a liberdade de seus irmãos. No inferno, o diabo se alegra ao ver chegar alguém que vai ficar eternamente ardendo intensamente
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