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Domingo, 26 de Abril 2026
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O que Trump acabou de escrever sobre o Irã vai chocar você

Com palavras afiadas e mão firme, Trump evela os bastidores de um ataque evitado a Teerã e faz um raro apelo à razão

O que Trump acabou de escrever sobre o Irã vai chocar você
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Em um momento ainda de enorme tensão geopolítica, quando o mundo parece andar sobre cacos de vidro, Donald J. Trump se ergue novamente como a voz da razão. De forma frme, estratégica e, acima de tudo, honesta. Seu recente pronunciamento em postagem na Truth Social, sobre o Irã e o aiatolá Ali Khamenei é uma aula de liderança, clareza moral e, surpreendentemente para os que insistem em demonizá-lo, de misericórdia.

Trump não é apenas POTUS com um currículo de realizações palpáveis. Ele é um estadista que compreende o jogo geopolítico como poucos. 

Ao responder diretamente às fanfarronices de um regime que insiste em celebrar a morte e mentir descaradamente sobre vitórias militares inexistentes, Trump não desceu ao nível da provocação. Ao contrário: ele expôs os fatos com franqueza e fez aquilo que poucos líderes ousam fazer: ofereceu uma reprimenda moral com mão firme e coração aberto.

Em sua mensagem, o presidente questiona com precisão cirúrgica: como pode um líder religioso — o "Líder Supremo", como se autointitula o aiatolá — mentir tão descaradamente para seu povo e para o mundo? Como pode alguém que se diz homem de fé regozijar-se com falsidades enquanto seu país arde em ruínas, suas instalações nucleares são obliteradas e sua economia afunda em desespero?

Trump não apenas denunciou a hipocrisia, mas revelou o que muitos no Ocidente fingem não ver: o Irã, sob a teocracia xiita radical, vive mergulhado numa espiral de autodestruição, motivada por ódio ideológico e fanatismo religioso. E mesmo diante disso, Trump — que poderia ter autorizado um ataque fulminante, com consequências irreversíveis para Teerã e para o aiatolá — segurou a mão de ferro. Por quê? 

Porque o estadista verdadeiro não age por vingança, mas por estratégia. Porque, diferentemente dos teocratas sedentos de sangue, Trump acredita que a paz é possível, desde que a verdade seja dita e a honra restaurada.

Ao relatar que impediu um ataque aéreo massivo contra a capital iraniana, Trump mostra mais que poder: mostra autocontrole. Uma qualidade rara entre líderes modernos, especialmente quando se trata de lidar com regimes que não compreendem outra linguagem senão a da força. Com a mesma mão que poderia ter esmagado, ele sinalizou a oportunidade de redenção. Um gesto que só reforça o contraste moral entre o Ocidente livre e a tirania dos aiatolás.

Mais ainda, Trump ofereceu ao Irã uma saída. Ele mencionou a possibilidade de aliviar sanções, de permitir que o país voltasse a respirar economicamente. Mas o que recebeu em troca? Ingratidão. Ofensas. Mentiras. Uma liderança que prefere a humilhação orgulhosa à reconciliação humilde. Como bem disse Trump, "muitas vezes se consegue mais com mel do que com vinagre". Mas para o Irã, intoxicado de ódio e arrogância, até o mel se torna amargo.

Este discurso deveria ecoar nas Nações Unidas, nas capitais europeias, nos corredores do Vaticano e, sobretudo, nas universidades ocidentais que ainda sonham com utopias multiculturais que blindam regimes assassinos sob o manto do relativismo moral. Trump não falou apenas ao Irã. Ele falou ao mundo: a paz não se constrói com mentiras, e a força, quando guiada pela razão, pode ser o maior instrumento de misericórdia.

O aiatolá Khamenei foi poupado. Não por merecimento, mas por escolha de um líder que, mesmo atacado, preferiu oferecer uma última oportunidade de retorno à civilização. É hora de os líderes iranianos — e seus apoiadores no Ocidente — ouvirem o que Trump disse. Não com raiva. Mas com arrependimento. E quem sabe, com alguma gratidão.

Porque o tempo da paciência está acabando. E o mundo livre, apesar de seus erros e contradições, ainda tem em Trump uma de suas vozes mais lúcidas e corajosas.

Paz — enquanto ainda é possível.

Leia a transcrição do texto feito por Donald Trump.

“Por que o chamado “Líder Supremo”, aiatolá Ali Khamenei, do país devastado pela guerra chamado Irã, diria de forma tão descarada e tola que venceu a guerra com Israel, quando sabe que essa afirmação é uma mentira? Não é verdade. Como um homem de grande fé, ele não deveria mentir. Seu país foi dizimado, suas três malignas instalações nucleares foram OBLITERADAS, e eu sabia EXATAMENTE onde ele estava escondido, e não permiti que Israel, ou as Forças Armadas dos EUA — de longe as Maiores e Mais Poderosas do Mundo — tirassem sua vida. EU O SALVEI DE UMA MORTE MUITO FEIA E IGNOMINIOSA, e ele nem precisa dizer “OBRIGADO, PRESIDENTE TRUMP!

Na verdade, no ato final da guerra, exigi que Israel recuasse um grande grupo de aviões, que estava indo diretamente para Teerã, buscando um grande dia, talvez o golpe final! Teria havido danos tremendos, e muitos iranianos teriam sido mortos. Seria o maior ataque da guerra, de longe.

Nos últimos dias, eu estava trabalhando na possível remoção de sanções e outras medidas, o que teria dado ao Irã uma chance muito melhor de recuperação completa, rápida e total — As sanções estão DOENDO! Mas não, em vez disso, fui atingido por uma declaração de raiva, ódio e desgosto, e imediatamente parei todo o trabalho de alívio de sanções, e mais.

O Irã precisa voltar à Ordem Mundial, ou as coisas só vão piorar para eles. Eles estão sempre tão zangados, hostis e infelizes, e olhem onde isso os levou — Um país destruído, explodido, sem futuro, com um Exército dizimado, uma economia horrível e a MORTE por toda parte. Eles não têm esperança, e só vai piorar!

Eu gostaria que a liderança do Irã percebesse que muitas vezes se consegue mais com MEL que com VINAGRE. PAZ“Por que o chamado “Líder Supremo”, aiatolá Ali Khamenei, do país devastado pela guerra chamado Irã, diria de forma tão descarada e tola que venceu a guerra com Israel, quando sabe que essa afirmação é uma mentira? Não é verdade. Como um homem de grande fé, ele não deveria mentir. Seu país foi dizimado, suas três malignas instalações nucleares foram OBLITERADAS, e eu sabia EXATAMENTE onde ele estava escondido, e não permiti que Israel, ou as Forças Armadas dos EUA — de longe as Maiores e Mais Poderosas do Mundo — tirassem sua vida. EU O SALVEI DE UMA MORTE MUITO FEIA E IGNOMINIOSA, e ele nem precisa dizer “OBRIGADO, PRESIDENTE TRUMP!

Na verdade, no ato final da guerra, exigi que Israel recuasse um grande grupo de aviões, que estava indo diretamente para Teerã, buscando um grande dia, talvez o golpe final! Teria havido danos tremendos, e muitos iranianos teriam sido mortos. Seria o maior ataque da guerra, de longe.

Nos últimos dias, eu estava trabalhando na possível remoção de sanções e outras medidas, o que teria dado ao Irã uma chance muito melhor de recuperação completa, rápida e total — As sanções estão DOENDO! Mas não, em vez disso, fui atingido por uma declaração de raiva, ódio e desgosto, e imediatamente parei todo o trabalho de alívio de sanções, e mais.

O Irã precisa voltar à Ordem Mundial, ou as coisas só vão piorar para eles. Eles estão sempre tão zangados, hostis e infelizes, e olhem onde isso os levou — Um país destruído, explodido, sem futuro, com um Exército dizimado, uma economia horrível e a MORTE por toda parte. Eles não têm esperança, e só vai piorar!

Eu gostaria que a liderança do Irã percebesse que muitas vezes se consegue mais com MEL que com VINAGRE. PAZ

Créditos (Imagem de capa): EFE/EPA/MICHAEL REYNOLDS

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