Acredite no que seus olhos vêem e não naquilo que dizem para você. E leve essa frase a quem lhe é próximo.
No mundo real, arrasta multidões nos quatro cantos do Brasil. No exterior, dos quatro cantos do mundo os brasileiros se unem para encontrá-lo. No mundo virtual, além do número de seguidores, engaja com multidões, na plataforma que for, no canal que for. Esses são os fatos sobre o Presidente Bolsonaro.
Mas quem lidera as pesquisas é aquele que, como uma bactéria perigosíssima, só aparece em ambiente altamente controlado.
Não sai às ruas, não se expõe e quando o fez, todas as vezes, sem exceção, fizeram manipulação. Adulteraram imagens ou divulgaram fotos em foco fechado para esconder a verdade do pouco público presente.
Tem que ser muito burro (não há outra palavra que exprima a situação), antes de tudo, para abrir mão do raciocínio lógico e se deixar levar pela engenharia social, o bombardeio de informações falsas, vinculadas por quem tem interesses evidentes na volta de um status quo anterior ao surgimento do Bolsonaro como liderança nacional.
Em suma, tem de ser mais idiota ainda para não perceber que todos aqueles prejudicados pela escolha democratica do povo em 2018, seguem à risca os ensinos Goebbels , propagandista de Hitler, com intuito de consolidar, com a ajuda da tecnologia eletrônica da década de 90, sua célebre frase: "uma mentira repetida mil vezes vira verdade." Ou seja, não perceber que querem impor uma mentira como verdade.
Isso sem falar nas práticas já, infelizmente cada vez mais rotineiras, ao arrepio da lei, para espalhar medo e demonstrar poder de fato, para servir como auxílio nessa tentativa de impor uma verdade paralela.
Como sentenciou Groucho Marx, pseudônimo de Julius Henry Marx comediante norte-americano:
"Afinal, você vai acreditar em mim ou naquilo que seus olhos vêem?"
Se você não consegue ver isso tudo, basta abrir os olhos. E antes que algum engraçadinho fale de ilusão de ótica, mudemos o que você vê por aquilo que se consome (a audiência). Xeque-mate.
E abra os olhos para a mais (velha) nova esperança do stablishment. A terceira via.
Ensaiaram no Jornal Nacional e foram para o "tudo ou nada" no debate da Bandeirantes. Afinal, não há tempo hábil e por isso já deram a largada como "a vencedora do debate", na grande mídia.
O discurso feminista, jornalistas provocativas e um "Bolsonaro malvadão", "misógino", que não gosta de mulher. Eis que surge a Senadora salvadora, que "quer união sem polarização". Mas que não abre mão da narrativa sectarista do "nós contra eles", literalmente. A mulher do "mulher vota em mulher".
Ao cabo, tudo se repetindo. Narrativas como tentativas de mudar algo consolidado: a esmagadora preferência nacional por Bolsonaro. Os fatos mostram isso.
Está tudo relatado aqui. O que sabemos, o que desconsideramos por conta da narrativa imposta e o debate na Band é a nova esperança deles.
Esse texto não foi escrito para mostrar que tenho razão. É um chamamento à razão!
Fonte/Créditos: Gustavo Reis