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Domingo, 26 de Abril 2026
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NACIONALISMO-LENINISTA DOENTIO E CRIATURAS BIZARRAS

Crítica às ideias de Aldo Rebelo e de Pepe Escobar

NACIONALISMO-LENINISTA DOENTIO E CRIATURAS BIZARRAS
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Há tempos pesquisamos bastante o nacionalismo camuflado e aparentemente patriótico que enganam a muitos. Vladímir Ilitch Lênin, corregedor das subversões do empresário promíscuo Friedrich Engels, orientou os fanáticos, por seus folhetins, que não era viável “negar por completamente os valores patrióticos, os desejos de autodeterminação dos povos, a democracia [burguesa] e a estrutura do Estado [burguês]”. O “mais científico” seria instrumentalizar tais elementos em favor da revolução permanente e durante a transição para o socialismo. Os vocábulos Estado, direito, democracia, autodeterminação, pátria, desarmamento, e tantos outros, possuem sentidos duplos e até triplos para os marxengelsianos-leninistas.

Por isso os bolcheviques, após 1917, passaram a ser nacionalistas russos e internacionalistas conforme o Estado Plurinacional Soviético. A um só tempo nacionalistas e internacionalistas. Este sonho inspirou a União Europeia, a Grande Pátria Livre [Plurinacional e Socialista] da América Latina, a União [socialista] africana e por aí vai.

Quanto às questões mais prementes no campo da intelectualidade, hoje, muitos desavisados, presos na aversão às esquerdas freudomarxistas (currículos identitários) acabam por concordar e auxiliar no retorno à antiga esquerda nacionalista soviética, orientada pela doutrina de Lênin e pela Cúpula de Bandung (1955).  Sentimento nacional estratégico, antipático aos projetos coloniais europeus e à liderança norte-americana. Sentimento engenhado, aliás, que alimentou uma corrente política afroasiática e sino-russófila. Aliança ora aberta ora discreta entre o “segundo mundo” (socialista) e o “terceiro mundo” (não desenvolvido).

Em verdade, o cidadão apátrida, o homem de negócios Friedrich Engels, o "grande sábio", "aquele que pensava e traçava planos como um diabo", segundo o poeta satanista Karl H. Marx, foi quem inspirou o falso advogado do povo russo e do povo asiático.

Uma criatura insólita (para não dizer bizarra) que pode simbolizar essa vergonhosa negação do princípio helvético e subserviência ao totalitarismo é o Sr. Pep Escobar. Ele chega a mentir que desenvolveu afeições para com a igreja ortodoxa, expressa seu desejo íntimo, macabro e desumano pela ruína europeia, pelo sofrimento americano e até pelo nosso colapso brasileiro. Escobar defende a CSS (Cooperação Sul-sul) e o Brics como um filho honrado defende a própria mãe. Para o fanático, a doutrina política é a sua pátria. E defende com convicção. Para ele, e segundo seu próprio palavrório safado, as nações da Europa Ocidental só espalharam "os 5 (cinco) ês": expansão, exploração, expropriação, escravidão e evangelização. Poderia esse covarde-perverso ler algumas páginas do historiador K.M Panikkar, ao invés de enganar e iludir centenas de milhares de internautas ingênuos.

Outra personalidade pública, astuta e sorrateira, atuante nessa frente marxengelsiana é o Sr. Aldo Rebelo, oficialmente desligado do Partido Comunista e idealizador de um tal de 5° Movimento. Rebelo chegou a elaborar um projeto de lei em defesa do nosso idioma contra o avanço do inglês norte-americano, na época dos ditos "perigos do neoliberalismo estadunidense". Hoje não dá um pio sequer contra o mandarim simplificado que também avança sobre nós como língua franca, usada mais nas atividades comerciais do que nos intercâmbios culturais. A língua artificial do PCCh penetrará não apenas pelos Institutos Confúcio, mas também, inclusive (se já não estiver penetrando), como amálgama ao nheengatu, devido à proximidade fonética dos códigos. Atentem-se para as comunidades ribeirinhas dos rios amazônicos, onde navios chineses já foram observados pescando e coletando águas gratuitamente. (vejam reportagem do Epoch Times Brasil).

Em que se preocupam com isso o patriota Rebelo e os filólogos petistas amigos do “estrategista” Dirceu? Debocham da bisonhice dos membros da Academia Brasileira de Filologia e dos ocupados com a gíria das consoantes. Mas não sem antes lamberem as botas ensanguentadas dos herdeiros de Lênin e de Mao Zedong. Dirceus, Genuínos, Rebelos e todos da Fundação Perseu Abramo são onças ferozes e cobras venenosas com os de casa, mas cordeirinhos mansos para com os de fora.

O ex-ministro da nossa indefesa nacional, que colocou a Avibrás a serviço dos resultados que a humanidade colhe hoje na Ucrânia e na Síria, recebe como prêmio os holofotes e a atenção de cinéfilos da Brasil Paralelo.

Ele está satisfeitíssimo com o compromisso firmado com os chineses nas 37 áreas estratégicas, com vistas a criar uma "Comunidade de Futuro Compartilhado", o mais recente nome fantasia dos maníacos pelas coisas e relações comuns: os comunistas.

O suposto ex-comunista foi um dos que ajudaram a nos aprofundar no ecossocialismo, a partir dos anos 2000, guardando o máximo de nossos recursos naturais para entregá-los, a partir de agora, à potência demográfica e militar asiática.

Não se vê o "tal patriota humanitário" opinar sobre a exploração de trabalho análogo à escravidão na Bahia. A figura decorativa, que nada preside, o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, é pelo menos um malandro: não deve confiar que um Estado escravizador do próprio povo estaria mesmo interessado em gerar empregos qualificados para os brasileiros. Mas a anta (se me permitem a classificação de Diogo Mainardi) só cumpre ordens. Não é dotada de consciência humana.

Os marxenguelsianos-leninistas dão outros nomes à escravatura: campos de reeducação, de aprendizagem e de trabalho; fazendas coletivas, igualitárias e fraternais além-famílias etc.; como o próprio Haddad justifica a escravidão pró-socialista em sua tese de doutorado, em 1998. Isto é, aceita-se o rebaixamento da dignidade humana em nome da superação do “capitalismo”, a outra síndrome maníaca de considerar os bens de capitais acima de todos os princípios universais. Aliás, foram os pseudocientistas da “sociabilidade profunda”, como ensina Paul Hugon (arquirrival de Celso Furtado), que inventaram o termo “capital+isme”.

Nossa missão é desacreditar essa doutrina de várias correntes que causou, segundo cálculos de 2004 junto às organizações humanitárias, cerca de 86 milhões de mortes no seu total, incluindo inanição, julgamentos sumários, guerras internacionais planejadas e revoluções armadas.

Para nós que pesquisamos, lemos, escutamos, buscamos entender e compreender, discutimos e aprofundamos nos assuntos, todas essas provas ditas, escritas e publicadas, todos estes atos, feitos e fatos comprovados, com muito mais do que vestígios e indícios, sem nenhum exagero ou eufemismo, em pouco nos surpreende, mas nos entristece demasiadamente. Nós que sabemos muito bem o que é a imaginação, o enfeite e a ficção, em nada ficamos espantados com a dura realidade da crueldade humana, e com essas dolorosas humilhações que poderiam ser evitadas.

Como dizem os sábios daqui de Minas: “ainda bem que esta vida é efêmera.”

 

 

Lopes al'Cançado Rocha é poeta-músico, pesquisador, escritor, liberal-conservador mineiro e ativista de Direitos Humanos pela Doutrina Jusnaturalista. 

 

Fonte/Créditos: Lopes al'Cançado

Créditos (Imagem de capa): Lopes al'Cançado

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