A Constituição de 1988, sorrateiramente, iniciou o banimento dos militares da vida politica brasileira ou como é dito, da “sociedade civil”, demonstrado claramente que, na visão dos constituintes os militares eram grupo um apartado e, portanto, não eram cidadãos.
Nos dias de hoje, final do ano de 2023, com o retorno do Sr.Luiz Inácio ao poder e com as Forças Armadas fazendo ouvidos moucos ao povo que, inocente e iludidamente lhe pedia socorro, para que colocasse sua espada a serviço da pátria, não obteve dos generais NENHUMA resposta. Os senhores Generais, quando muito, se limitavam a informar que as Forças Armadas, são essencialmente obedientes e sempre se manterão a serviço da lei e da ordem, sob o princípio da hierarquia e disciplina, ignorando que a legalidade já tinha sido esquartejada e sua intervenção era uma legítima defesa da sociedade, afastando assim qualquer ilicitude.
O atual Presidente da República, legalmente eleito, mas sem legitimidade, vai dar seguimento ao banimento dos militares da vida política brasileira, pois disse textualmente: “não confio nos militares”.
O banimento iniciado em 1988 está sendo confirmado com a exclusão da história militar do Brasil em seus vários cursos de formação, desde as Academias até os cursos de pós-graduação e doutorado.
Qualquer menção às intervenções militares, desde a Proclamação da República, passando por 1922, 1924, 1930 e 1964, não é mais objeto de estudos e análise.
Hoje, é voz corrente nas Forças Armadas, que o militarismo arruinaria o país e as destruirias, por afastá-las de suas atividades fins. (atividades fins?????)
Não houve necessidade da criação da GUARDA NACIONAL, o Exercito brasileiro tem se comportado como tal.
O STF já afastou o Exercito da politica.
Agora é tarde, pois Inês de Castro está morta e a NOM, PCC, Comando Vermelho dirigindo os nossos destinos, sob a concordância dos militares, pois os petistas estarão fora e Alkmin é “mais palatável”.
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