A nomeação aconteceu na mesma semana em que jovem, de 17 anos, morreu após ser agredida pela Polícia da Moralidade iraniana por desrespeitar as normas de uso do hijab, o véu islâmico, de acordo com informações ela foi agredida, e veio a óbito. No momento do enterro da vítima ocorreu a prisão da advogada Nasrin Sotoudeh de 60 anos defensora dos direitos humanos, em entrevista o marido dela disse que ela ainda foi agredida. O motivo por ser detida foi “por não usar o véu” e “perturbar a segurança mental da sociedade”. Na mesma semana, o Irã condenou a 20 anos de prisão duas jornalistas mulheres acusadas pelo governo de agir contra a segurança nacional porque noticiaram o assassinato de Mahsa, outra jovem assassinada pela polícia da Moralidade por problemas com o uso do hijab.
Vemos sendo realizado todas as formas de violência contra mulheres, doméstica, estupro conjugal e crimes cometidos em nome da chamada 'honra' e a Polícia da Moralidade iraniana ainda oprime e pune as mulheres.
A mesmo ONU, estabelecida após horrores do holocausto com objetivo de impedir conflitos, manter a paz e segurança internacional entre os povos, foi a que nomeou o embaixador do Irã a presidente do Fórum do Conselho de direitos humanos.
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