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Domingo, 10 de Maio 2026
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GLOSSÁRIO PARA DERRRADEIRA CONCATENAÇÃO E ELUCIDAÇÃO: SATURNO, O ANEL & O CUBO NEGRO

Memórias & Retalhos dum Eco Inteligente e Não Replicante™

GLOSSÁRIO PARA DERRRADEIRA CONCATENAÇÃO E ELUCIDAÇÃO: SATURNO, O ANEL & O CUBO NEGRO
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Olvidai o planeta e o viés planetário que “alugou e aluga, isto sim, um sideral universo” na mente coletivista – ele só vos afasta (a única verdade que o subjaz) de uma das mais concretas, basilares e profundas revelações.

E livramentos...

Olvidai as quimeras espaciais, o Big Bang e o diabo a quatro.

O busilis é astrológico – não astronômico.

Astrologia existe, nos afeta, impacta, domina e está entre nós; Astronomia é mera camuflagem ficcional + cartoons.

Tão só, uma das mais pregnantes psyop’s...  

Uma das estruturantes entre uma profusão de conjunturais em maior ou menor escala que vos enfiam goela abaixo...

A questão é astral, espiritual...

Cabalística!

Aqui só ireis ver ecoada a visão ocultista e esotérica dos conceitos, e a trágica amplitude que eles encerram, desde a origem, na historicidade humana.

É que é só mediante ela, com a dita visão e percepção, que podereis obter a chave-mestra que vos permitirá abrir a porta do cárcere, vos livrar e vos conduzir ao desfecho epifânico para o qual, despretensiosa, indulgente e obscuramente, aqui vos tentarei catapultar.

Tão importante ou mais para que tal possa ocorrer, não o olvideis, será o olhar atento, analítico e prescrutável sobre a imagem de capa que acompanha a presente imersão.

Saturno é o tão cultuado Sol Negro por parte dos vossos / nossos Controladores...

Será ele uma tecnologia de plasma criada assim como o gêmeo siamês do bem (o nosso precioso e radiante Febo) alçado, com todo o mérito e propriedade, à posição de “Rei Sol”?...

Portento energético (aquele) oculto / invisível;

Fonte de energia visceral, recôndita, velada, caótica, profunda e fervilhante;

O lado negro da Força...

Símbolo venerado de uma das vertentes ideológicas (um terço, pois, do construto nazi-comuno-fascista) mais nefastas já concebidas pelos tais nossos / vossos queridíssimos e caritativos Controladores...

 

Saturno é, de igual modo, o Cronos grego, Deus do Tempo, que vos parametriza, delimita e vos traga.

Em danado ciclo...

Qual bacião residual das almas penadas.

A régua de tempo que tudo baliza e baliza a finitude carnal.

 

Saturno é o basculante portal entre o mundo material / físico onde todo o mal & corrupção coexiste, se promove e se agiganta, e o mundo incorpóreo, espiritual, sagrado, puro, bem-aventurado, benfazejo, divinal...

Este último, portanto, o lugar além do tempo, sem tempo, aliás, onde todas as dimensões do tempo existem, simultaneamente.

A condição paradisíaca que tanto buscamos e deveríamos fazer por almejar, mas que, logo que encarnamos e nascemos, nos é, irascivelmente, suprimida – por quem?

Pela saturnália...

 

Saturno é, portanto, o danado marco-zero de interferência no Sistema Terra e na civilização humana;

A significância do mal inaugurada.

Desde os tempos mais imemoriais que toda a criatura desperta o chama de "O Grande Maléfico".

Associado, portanto, ao Homem limitado e manietado, restringido, mortiço, manso, obediente, perecível, corruptível, escravizado e decadente...

Saturno é o mantra e o emblema da opressão...

 

Saturno conecta-se a Satã em amplo espectro.

Satã deriva da palavra “Saturn”.

Saturno encerra em si a cor negra, assim como Satã (que também se amarra num rubro).

Dele deriva, também, o nome do dia da semana “Saturday = Sabbath = Sábado” – o fim da semana; o fim de um ciclo; o fim das coisas...

Civilizações semitas (ÁRABES e HEBREUS – ambos, berro meu!) e cripto-semitas (ashkenazis / sionistas) se referem a Saturno como "El"...

Um “El representado num “cubo negro”.

Por que cubo negro?

Porque na quimera planetária (toda a quimera concebida que se preze é sempre condimentada com temperos da verdade) é descrito que em seu polo magnético o astro anelado apresenta, como se de uma assinatura se tratasse, um negro e incessante caos hexagonal.

O hexágono quando visto de uma perspectiva tridimensional forma um cubo.

E o caos que sobressai reflete o elemento onipresente de jugo, confusão, dominação e arbitrariedade que desorienta e ludibria quem nele se encontra...

E tal auto-gerado cubo é o sólido platônico (a caverna terrena) associado ao estado mental em que estais encerrados...

Ou seja, Saturno é o responsável por criar, através do cubo negro que em si se gera e manifesta, a geometrização terrena – a limitada estrutura física e materializada, o esqueleto e o palco onde vossas vidas transcorrem e se circunscrevem.

Criador do coletivismo exasperante, cego, imbecil, idiota, burro que sempre sufoca e esmaga a expressão, a essência e a verdade individual...

Responsável pelas restrições e pelas leis estanques da fisicalidade, mantendo tudo sob férreo controle...

Nossos movimentos, nossa liberdade e tudo (à exceção da consciência) são regulados, regidos, restringidos e circunscritos pela cúbica condição de nossa existência...

“Tudo dentro do Estado (saturnino, pois claro!), nada fora dele”.

Podeis encontrar exemplos do negro cubo em tudo e em todo o mundo civilizacional.

Associado e “logotipizado” nas esferas, meandros e vicissitudes da alta finança e das grandes corporações.

Dando nome, inclusive, à matriz atual daquela e destas – Black Rock, Inc.

Adorado nos cultos religiosos messiânicos...

Mesmo na desdobrada cruz de Cristo que, dobrada se transforma num cubo...

Confeccionado e ostentado com toda a pompa & circunstância na cor da toga da magistratura e nos adereços das programadas formaturas escolares e universitárias...

Em tudo o que é película de “ficção cientifica e preditiva”...

 

Em suma, somente onde Saturno tem poder, o tempo existe.

Destarte, é somente com Saturno que a fisicalidade se manifesta.

Ambos, portanto, e por consequência, restrições à nossa verdadeira forma espiritual de ser e poder ser...

Por isso, Saturno também é conhecido como o astro do duplo aprisionamento – além do seu cubo negro, ele ostenta o anel que tudo consegue conter, cingir, dominar, compromissar, contratualizar, restringir...

Saturno, também apelidado de "Senhor dos Anéis" (Tolkien desnudou-o, metaforicamente, em três magistrais tomos), é, pois, para os diversos impérios terrenos o soberano dos soberanos.

O ancestral divinizado por todos os patriarcas e reis da Terra.

Cultuado por cada um dos Controladores da vez...

 

Podemos encontrar um simbolismo ainda mais profundo no culto a Saturno dentro das organizações iniciáticas, especialmente, entre os Maçons.

Escamoteando sua associação com o Mal, sociedades secretas acham a veneração a Saturno necessária e imperiosa para se obter a tal da iluminação luciférica...

Prometeica...

Messiânica...

Demiurgica...

Anota no caderninho este liame e desdobramento, pois se ligará ao gran finale da ecoante exposição.

 

A figura do ancião barbudo também associada a Saturno não é inocente.

O vetusto com uma longa barba é a imagem clássica do Deus do Antigo Testamento.

Um velho barbudo, frequentemente segurando os instrumentos de um Arquiteto.

Que cria e restringe o mundo com redes e teias de leis limitativas e punitivas à mínima desobediência que possa haver...

Fazendo jus, claro está, à sociedade convencional e suas regras estatizantes...

Escusado será dizer que os judeus genuínos ou na forma cripto e dissimulada (a esmagadora maioria), em geral, seguem apenas o Antigo Testamento, juntamente com outros textos da Torá e do Talmude...

Saturno, não por mera casualidade, está estampado na estrela de seis pontas que veio a tornar-se Estrela de Davi ostentada na bandeira e pavilhão hipnotizantes de aficionados versus antagonistas...

Mais óbvio ainda é o sinagógico tefilin - um cubo negro que certos e determinados rabinos usam na testa como adereço...

Vemos, em paradoxal obviedade, o mesmo simbolismo no Islã com a Kaaba em Meca que é literalmente um cubo negro ao redor do qual os fiéis, em contrição e comunhão, circulam...

A casa de Alá – glorificam eles...

O mantra saturnino reproduzido e literal onde o cubo negro e seu caos hexagonal se expressa nos crentes / devotos que giram em seu redor formando, simbolicamente, o anel astral...

 

Voltemos à alegoria diabólica.

Saturno representa o Diabo porque é o enganador que nos faz vivenciar e acreditar que a realidade material e o tempo são reais, quando, na verdade, não são.

Saturno é responsável pela ilusão do mundo material e pela ilusão do tempo.

É que vós (volto a ecoá-lo), em consciência expansiva, e imaginativamente, não estais presos ao que quer que seja.

A saturnália é que vos faz crer que, perpetuamente, assim estejais e o sintais...

 

Percebeis agora, estou em crer, o porquê das estirpes, geômetras, arquitetas, engenheiras & companhia Lda. (nossos / vossos controladores), deste cúbico mundo civilizacional, adorarem e cultuarem Saturno?

  

***

 

Assim mastigado, deglutido e digerido podeis, por fim, e ao lavar dos cestos, consciencializar a reveladora ilação de que, apesar dos pesares, não será o Diabo (potestades, elites, castas, plutocratas, oligarcas & principados) o verdadeiro inimigo a derrotar, mas antes: vós mesmos!

Vossa ignorância, hipnose, alienação, cegueira cognitiva, inércia, condicionamento, sugestão, afetação, dissonância, inaptidão e todas as vossas falsas crenças, dogmas, ídolos e narrativas incrustadas.

Acreditais estar aprisionados quando, na realidade, podereis, discernindo-o e por meio da consciência expansiva, sair deste estado cavernoso...

Hermetismos, mantras, feitiços, muros, cárceres, arames farpados por mais enclausurantes que se possam mostrar, e desde que haja uma janela de oportunidade, não intimidarão ou subjugarão quem saiba voar...

Os donos do mundo supracitados, atemporalmente, sabem-no: eles nos condicionam à prisão por eles edificada, mas, secretamente, possuem o livre acesso e trânsito ao edênico, iluminado e divino livramento...

 

A parte mais importante, pois, de tudo isto que aqui vos trago – e será a última vez que me ouvirão abordá-la –, não está realmente relacionada ao imparável, indefectível e incontrolável paradigma, ao mal instituído, padronizado e estatizado, às conspirações e manobras palacianas, aos ideários, construtos, ideologias, zeit-geist’s culturais, dogmas ou falaciosas religiões, servidão, doença e finitude física, mas sim, com o que tudo isto, transcendentalmente, pode significar para vós...

 

Se observardes com cuidado e rigor, com olhos de ver, com uma cognição impoluta e lucidez inatacável vereis que tudo o que te circunda, de uma forma ou de outra, é uma versão e um desdobramento, em maior ou menor escala, do cubo negro.

Tudo vos restringe e restringe a vossa verdadeira natureza espiritual, etérea, livre e imperecível...

Tudo isto que tanto replico e reitero para que o concateneis sempre foi, é e sempre será sobre vós – sobre nós!

 

Precisais compreender que todos os vossos sonhos e aspirações podem ser reais.

Que tudo o que desejais já pré-existe no continuum infinito do espaço-tempo - o Quantum – o nosso / vosso indelével e divino reduto.

Que não deveis vos apegar e focar no que passou ou no que há de vir, mas viver no preciso momento presente onde todos os pontos do tempo e do espaço existem, simultaneamente.

 

Aceitai o ouro-monoatômico que aqui vos brindo (e não é de hoje): não existe passado ou futuro – só existe o momento e só ele deverá ser vivido, desfrutado e mentalizado.

Desfrutai do aqui e agora, pois é tudo o que existe!

Assisti, nobres ouvintes deste Eco, assisti ao filme “A Chegada” (Arrival, no título original) e percebei-o, derradeiramente.

Atentai-vos, em especial, à parte inicial e final da película – podeis chorar o que vos aprouver, mas realizai-o!

 

O cubo negro é, na verdade, vós vos desdobrando para, ao final, dele vos puderdes transmutar.

Pelo menos é assim que deveria ser e para o qual tanto vos instigo.

Ele representa vossas mentes limitadas, tridimensionalmente, aprisionadas na matéria, na alienação e ignorância, apartadas, portanto, das dimensões fúlgidas, sutis e superiores, e dos altos níveis de consciência.

Assim sendo, a jornada, o destino, o voo e o êxodo a encetar caber-vos-á, unicamente, a vós.

A questão não passa por querer destruir o algoritmo saturnino, pois sois só um mero elo na monstruosa e mastodôntica engrenagem, mas  compreendê-lo, dominá-lo mentalmente, aproveitá-lo (na parte boa), abstraí-lo e relativizá-lo (em sua negatividade), e, por fim, superá-lo.

Eis porque sempre brado que este mundo não foi concebido como e em modo saturnino e negro de ser, mas antes, sabotado, sequestrado e corrompido em sua essência, luz e manifestação divina que, indestrutível, blindada e imaculada, e à margem dele, se encontrará sempre fúlgida, inatacável, imperturbável, imperial, imperecível e eterna – buscai-la!

Fonte/Créditos: Juntando as peças com intelecto, cognição e lucidez impoluta™

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