Olvidai o planeta e o viés planetário que “alugou e aluga, isto sim, um sideral universo” na mente coletivista – ele só vos afasta (a única verdade que o subjaz) de uma das mais concretas, basilares e profundas revelações.
E livramentos...
Olvidai as quimeras espaciais, o Big Bang e o diabo a quatro.
O busilis é astrológico – não astronômico.
Astrologia existe, nos afeta, impacta, domina e está entre nós; Astronomia é mera camuflagem ficcional + cartoons.
Tão só, uma das mais pregnantes psyop’s...
Uma das estruturantes entre uma profusão de conjunturais em maior ou menor escala que vos enfiam goela abaixo...
A questão é astral, espiritual...
Cabalística!
Aqui só ireis ver ecoada a visão ocultista e esotérica dos conceitos, e a trágica amplitude que eles encerram, desde a origem, na historicidade humana.
É que é só mediante ela, com a dita visão e percepção, que podereis obter a chave-mestra que vos permitirá abrir a porta do cárcere, vos livrar e vos conduzir ao desfecho epifânico para o qual, despretensiosa, indulgente e obscuramente, aqui vos tentarei catapultar.
Tão importante ou mais para que tal possa ocorrer, não o olvideis, será o olhar atento, analítico e prescrutável sobre a imagem de capa que acompanha a presente imersão.
Saturno é o tão cultuado Sol Negro por parte dos vossos / nossos Controladores...
Será ele uma tecnologia de plasma criada assim como o gêmeo siamês do bem (o nosso precioso e radiante Febo) alçado, com todo o mérito e propriedade, à posição de “Rei Sol”?...
Portento energético (aquele) oculto / invisível;
Fonte de energia visceral, recôndita, velada, caótica, profunda e fervilhante;
O lado negro da Força...
Símbolo venerado de uma das vertentes ideológicas (um terço, pois, do construto nazi-comuno-fascista) mais nefastas já concebidas pelos tais nossos / vossos queridíssimos e caritativos Controladores...
Saturno é, de igual modo, o Cronos grego, Deus do Tempo, que vos parametriza, delimita e vos traga.
Em danado ciclo...
Qual bacião residual das almas penadas.
A régua de tempo que tudo baliza e baliza a finitude carnal.
Saturno é o basculante portal entre o mundo material / físico onde todo o mal & corrupção coexiste, se promove e se agiganta, e o mundo incorpóreo, espiritual, sagrado, puro, bem-aventurado, benfazejo, divinal...
Este último, portanto, o lugar além do tempo, sem tempo, aliás, onde todas as dimensões do tempo existem, simultaneamente.
A condição paradisíaca que tanto buscamos e deveríamos fazer por almejar, mas que, logo que encarnamos e nascemos, nos é, irascivelmente, suprimida – por quem?
Pela saturnália...
Saturno é, portanto, o danado marco-zero de interferência no Sistema Terra e na civilização humana;
A significância do mal inaugurada.
Desde os tempos mais imemoriais que toda a criatura desperta o chama de "O Grande Maléfico".
Associado, portanto, ao Homem limitado e manietado, restringido, mortiço, manso, obediente, perecível, corruptível, escravizado e decadente...
Saturno é o mantra e o emblema da opressão...
Saturno conecta-se a Satã em amplo espectro.
Satã deriva da palavra “Saturn”.
Saturno encerra em si a cor negra, assim como Satã (que também se amarra num rubro).
Dele deriva, também, o nome do dia da semana “Saturday = Sabbath = Sábado” – o fim da semana; o fim de um ciclo; o fim das coisas...
Civilizações semitas (ÁRABES e HEBREUS – ambos, berro meu!) e cripto-semitas (ashkenazis / sionistas) se referem a Saturno como "El"...
Um “El” representado num “cubo negro”.
Por que cubo negro?
Porque na quimera planetária (toda a quimera concebida que se preze é sempre condimentada com temperos da verdade) é descrito que em seu polo magnético o astro anelado apresenta, como se de uma assinatura se tratasse, um negro e incessante caos hexagonal.
O hexágono quando visto de uma perspectiva tridimensional forma um cubo.
E o caos que sobressai reflete o elemento onipresente de jugo, confusão, dominação e arbitrariedade que desorienta e ludibria quem nele se encontra...
E tal auto-gerado cubo é o sólido platônico (a caverna terrena) associado ao estado mental em que estais encerrados...
Ou seja, Saturno é o responsável por criar, através do cubo negro que em si se gera e manifesta, a geometrização terrena – a limitada estrutura física e materializada, o esqueleto e o palco onde vossas vidas transcorrem e se circunscrevem.
Criador do coletivismo exasperante, cego, imbecil, idiota, burro que sempre sufoca e esmaga a expressão, a essência e a verdade individual...
Responsável pelas restrições e pelas leis estanques da fisicalidade, mantendo tudo sob férreo controle...
Nossos movimentos, nossa liberdade e tudo (à exceção da consciência) são regulados, regidos, restringidos e circunscritos pela cúbica condição de nossa existência...
“Tudo dentro do Estado (saturnino, pois claro!), nada fora dele”.
Podeis encontrar exemplos do negro cubo em tudo e em todo o mundo civilizacional.
Associado e “logotipizado” nas esferas, meandros e vicissitudes da alta finança e das grandes corporações.
Dando nome, inclusive, à matriz atual daquela e destas – Black Rock, Inc.
Adorado nos cultos religiosos messiânicos...
Mesmo na desdobrada cruz de Cristo que, dobrada se transforma num cubo...
Confeccionado e ostentado com toda a pompa & circunstância na cor da toga da magistratura e nos adereços das programadas formaturas escolares e universitárias...
Em tudo o que é película de “ficção cientifica e preditiva”...
Em suma, somente onde Saturno tem poder, o tempo existe.
Destarte, é somente com Saturno que a fisicalidade se manifesta.
Ambos, portanto, e por consequência, restrições à nossa verdadeira forma espiritual de ser e poder ser...
Por isso, Saturno também é conhecido como o astro do duplo aprisionamento – além do seu cubo negro, ele ostenta o anel que tudo consegue conter, cingir, dominar, compromissar, contratualizar, restringir...
Saturno, também apelidado de "Senhor dos Anéis" (Tolkien desnudou-o, metaforicamente, em três magistrais tomos), é, pois, para os diversos impérios terrenos o soberano dos soberanos.
O ancestral divinizado por todos os patriarcas e reis da Terra.
Cultuado por cada um dos Controladores da vez...
Podemos encontrar um simbolismo ainda mais profundo no culto a Saturno dentro das organizações iniciáticas, especialmente, entre os Maçons.
Escamoteando sua associação com o Mal, sociedades secretas acham a veneração a Saturno necessária e imperiosa para se obter a tal da iluminação luciférica...
Prometeica...
Messiânica...
Demiurgica...
Anota no caderninho este liame e desdobramento, pois se ligará ao gran finale da ecoante exposição.
A figura do ancião barbudo também associada a Saturno não é inocente.
O vetusto com uma longa barba é a imagem clássica do Deus do Antigo Testamento.
Um velho barbudo, frequentemente segurando os instrumentos de um Arquiteto.
Que cria e restringe o mundo com redes e teias de leis limitativas e punitivas à mínima desobediência que possa haver...
Fazendo jus, claro está, à sociedade convencional e suas regras estatizantes...
Escusado será dizer que os judeus genuínos ou na forma cripto e dissimulada (a esmagadora maioria), em geral, seguem apenas o Antigo Testamento, juntamente com outros textos da Torá e do Talmude...
Saturno, não por mera casualidade, está estampado na estrela de seis pontas que veio a tornar-se Estrela de Davi ostentada na bandeira e pavilhão hipnotizantes de aficionados versus antagonistas...
Mais óbvio ainda é o sinagógico tefilin - um cubo negro que certos e determinados rabinos usam na testa como adereço...
Vemos, em paradoxal obviedade, o mesmo simbolismo no Islã com a Kaaba em Meca que é literalmente um cubo negro ao redor do qual os fiéis, em contrição e comunhão, circulam...
A casa de Alá – glorificam eles...
O mantra saturnino reproduzido e literal onde o cubo negro e seu caos hexagonal se expressa nos crentes / devotos que giram em seu redor formando, simbolicamente, o anel astral...
Voltemos à alegoria diabólica.
Saturno representa o Diabo porque é o enganador que nos faz vivenciar e acreditar que a realidade material e o tempo são reais, quando, na verdade, não são.
Saturno é responsável pela ilusão do mundo material e pela ilusão do tempo.
É que vós (volto a ecoá-lo), em consciência expansiva, e imaginativamente, não estais presos ao que quer que seja.
A saturnália é que vos faz crer que, perpetuamente, assim estejais e o sintais...
Percebeis agora, estou em crer, o porquê das estirpes, geômetras, arquitetas, engenheiras & companhia Lda. (nossos / vossos controladores), deste cúbico mundo civilizacional, adorarem e cultuarem Saturno?
***
Assim mastigado, deglutido e digerido podeis, por fim, e ao lavar dos cestos, consciencializar a reveladora ilação de que, apesar dos pesares, não será o Diabo (potestades, elites, castas, plutocratas, oligarcas & principados) o verdadeiro inimigo a derrotar, mas antes: vós mesmos!
Vossa ignorância, hipnose, alienação, cegueira cognitiva, inércia, condicionamento, sugestão, afetação, dissonância, inaptidão e todas as vossas falsas crenças, dogmas, ídolos e narrativas incrustadas.
Acreditais estar aprisionados quando, na realidade, podereis, discernindo-o e por meio da consciência expansiva, sair deste estado cavernoso...
Hermetismos, mantras, feitiços, muros, cárceres, arames farpados por mais enclausurantes que se possam mostrar, e desde que haja uma janela de oportunidade, não intimidarão ou subjugarão quem saiba voar...
Os donos do mundo supracitados, atemporalmente, sabem-no: eles nos condicionam à prisão por eles edificada, mas, secretamente, possuem o livre acesso e trânsito ao edênico, iluminado e divino livramento...
A parte mais importante, pois, de tudo isto que aqui vos trago – e será a última vez que me ouvirão abordá-la –, não está realmente relacionada ao imparável, indefectível e incontrolável paradigma, ao mal instituído, padronizado e estatizado, às conspirações e manobras palacianas, aos ideários, construtos, ideologias, zeit-geist’s culturais, dogmas ou falaciosas religiões, servidão, doença e finitude física, mas sim, com o que tudo isto, transcendentalmente, pode significar para vós...
Se observardes com cuidado e rigor, com olhos de ver, com uma cognição impoluta e lucidez inatacável vereis que tudo o que te circunda, de uma forma ou de outra, é uma versão e um desdobramento, em maior ou menor escala, do cubo negro.
Tudo vos restringe e restringe a vossa verdadeira natureza espiritual, etérea, livre e imperecível...
Tudo isto que tanto replico e reitero para que o concateneis sempre foi, é e sempre será sobre vós – sobre nós!
Precisais compreender que todos os vossos sonhos e aspirações podem ser reais.
Que tudo o que desejais já pré-existe no continuum infinito do espaço-tempo - o Quantum – o nosso / vosso indelével e divino reduto.
Que não deveis vos apegar e focar no que passou ou no que há de vir, mas viver no preciso momento presente onde todos os pontos do tempo e do espaço existem, simultaneamente.
Aceitai o ouro-monoatômico que aqui vos brindo (e não é de hoje): não existe passado ou futuro – só existe o momento e só ele deverá ser vivido, desfrutado e mentalizado.
Desfrutai do aqui e agora, pois é tudo o que existe!
Assisti, nobres ouvintes deste Eco, assisti ao filme “A Chegada” (Arrival, no título original) e percebei-o, derradeiramente.
Atentai-vos, em especial, à parte inicial e final da película – podeis chorar o que vos aprouver, mas realizai-o!
O cubo negro é, na verdade, vós vos desdobrando para, ao final, dele vos puderdes transmutar.
Pelo menos é assim que deveria ser e para o qual tanto vos instigo.
Ele representa vossas mentes limitadas, tridimensionalmente, aprisionadas na matéria, na alienação e ignorância, apartadas, portanto, das dimensões fúlgidas, sutis e superiores, e dos altos níveis de consciência.
Assim sendo, a jornada, o destino, o voo e o êxodo a encetar caber-vos-á, unicamente, a vós.
A questão não passa por querer destruir o algoritmo saturnino, pois sois só um mero elo na monstruosa e mastodôntica engrenagem, mas compreendê-lo, dominá-lo mentalmente, aproveitá-lo (na parte boa), abstraí-lo e relativizá-lo (em sua negatividade), e, por fim, superá-lo.
Eis porque sempre brado que este mundo não foi concebido como e em modo saturnino e negro de ser, mas antes, sabotado, sequestrado e corrompido em sua essência, luz e manifestação divina que, indestrutível, blindada e imaculada, e à margem dele, se encontrará sempre fúlgida, inatacável, imperturbável, imperial, imperecível e eterna – buscai-la!
Fonte/Créditos: Juntando as peças com intelecto, cognição e lucidez impoluta™
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se