Assisti ao filme "O Agente Secreto", estrelado por Wagner Moura. A história resume-se a mais uma propaganda contra o regime civil-militar de 1964, em uma perseguição a um professor universitário que foge em meio à perseguição de um novo chefe de departamento na faculdade onde trabalhava.
O filme apresenta os policiais como 200% corruptos, na verdade membros de grupos de extermínio. O fetiche pelo período de 1964-1985 é tão grande que todas as repartições públicas em que o personagem interage têm uma foto do general Ernesto Geisel em um quadro na parede, mesmo as repartições estaduais, algo ao estilo da Coreia do Norte.
A fotografia, a direção de arte, o figurino e a maquiagem são muito bons; os diálogos são péssimos, repletos de clichês; o roteiro é fraco demais, material de propaganda capaz de incomodar qualquer historiador de verdade em relação ao período.
Certamente não será um filme muito assistido, mas servirá apenas para obrigar alunos da rede pública e privada a promover um passado que não existiu, criando falsas memórias. Para arrematar o absurdo, é apresentado um personagem simulando uma pesquisa histórica que foi vetada no presente por “ter informações” que não podem vir a público; claro, a censura parte de uma faculdade particular que detém o material. Ao saber que não seria mais transcrito ou digitalizado, a “pesquisadora” decide roubar o material e fazer “justiça” histórica.
A mais nova peça de propaganda marxista contou, é claro, com o financiamento da ANCINE e do Fundo Setorial do Audiovisual, cerca de R$ 7,5 milhões dos pagadores de impostos brasileiros, além do financiamento e apoio de países como Alemanha, Holanda e França que bancaram a farra.
Fonte/Créditos: Vitorio Boccafoli
Créditos (Imagem de capa): O Agente Secreto
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