As notícias que tomaram conta das redes sociais são as que o Presidente Bolsonaro nomeou o "escolhido" de Lula.
Todavia isso não é bem isso.
Realmente ele escolheu. Mas ele escolheu quem ele queria?
Ao que tudo indica, não. Na matéria que fiz agora para o Aliados (link no final do texto), você tem a informação dada pela própria mídia tradicional, no início do mês, que os preferidos seriam outros e que, tentando distencionar as relações e ganhar confiança, seguiu a tradição de nomear o "da vez" e não o preferido do PT.
Portanto, todo esse alvoroço da mídia em dizer o tempo todo e a todo tempo que foram "os nomes escolhidos por Lula" tem algum objetivo. E qual seria?
Para mim fica muito claro que a esquerda teme que algo aconteça nesses últimos dias de governo Bolsonaro.
Mas vai acontecer? Não sei. Entretanto, esvaziar o apoio do Presidente e fazer com que as pessoas parem de cobrar algo já seria uma vitória para eles.
Levar descrença para a população e um sentimento de frustração também seria outra vitória.
Temer que algo possa acontecer não significa dizer que algo vá acontecer. Mas se alguém teme alguma coisa é, por lógica, por haver possibilidade para tal. Se isso não existe, o temor não passaria de histeria.
A verdade é que tudo sempre pode acontecer, pro bem e pro mal.
Poucos dias definirão se toda expectativa criada para uma reação do Presidente, diante de tantas evidências mostradas por ele próprio e sua equipe, acontecerá.
Mas uma coisa podemos garantir: se a imprensa tenta manipular, é porque existe motivo claro para que a realidade dos fatos não seja de conhecimento do grande público.
E a realidade aqui é essa. Temos o escolhidos, não os preferidos.
E a ordem hierarquica do Estado-Maior continua a mesma. Até às 23h59 do dia 31 de dezembro de 2022.
Leia aqui a matéria completa sobre os escolhidos para a Defesa.
Fonte/Créditos: Gustavo Reis
Créditos (Imagem de capa): Gustavo Reis