Hoje insistirei em ecoar de que modo podeis criar tudo aquilo que preferis observando, todavia, o basilar e quântico fundamento de que é bem diferente criar o que se prefere a criar o que se deseja…
Ao desejardes realmente algo, a elementar pergunta que nunca se silencia é:
Por que ainda não o tendes?
A primeira coisa a extrairdes, ainda que não o saibais e / ou que resistais a compreendê-lo, é que estareis o tempo todo no controle de tudo o que possa depender de vós, que recebeis o que preferis – sempre! –, e que, absolutamente, nada é impedido ou escondido de chegar até vós, respeitando, claro está, o escrupuloso diferencial contido no fraseado quântico: “criando o que desejais” do “criando aquilo que preferis”.
Será, pois, em primeira instância, via consciência (a blaster mais-valia) que pudereis realizar tal diferenciação, a partir do qual o desiderato almejado resultará, obviamente, distinto.
Em segunda instância, tudo passará pelo alinhamento – mas já lá iremos...
Curto e grosso: se o vosso núcleo e registro dogmático de manifestardes estiver sempre em modo, por exemplo, de “nunca tenho paz na vida ou nunca terei algo que quero muito”, mesmo ficando claro e patente o desejo de atingir tal estado ou de possuir tal coisa, tal pensamento e sentimento pela negativa, cristalizado / empedernido, estará então vos dizendo e afirmando – e sempre materializado em vossa emaranhada realidade – que vós não tereis tal paz ou abundância, tal ou qual fetiche objetivado ou tal ou qual pessoa/relacionamento.
Ou seja, aquilo que tendereis a ter sempre em mente, a todo o tempo e momento, será o que manifestareis, e será o que, ao final, obtereis.
Portanto, seja lá o que for que estiverdes experienciando no momento presente (negativado ou positivado), será isso, precisamente, o que realmente vos servirá para obterdes aqui o miraculoso aprendizado que se pretende.
Voltando então à casa de partida, replico indagando:
Se não é o que realmente desejais, por que será que é o que acabeis por experienciar?
Porque existe sobre o paradigma já descrito um outro – o de crerdes ser mais difícil ou impossível modificar as coisas e, por consequência, de operardes uma radical mudança no plano mental –, daí que continuareis nesse mesmo padrão experimentando, em vicioso e sistêmico ciclo, criando os mais variados problemas, culpando tudo e todos ou este ou aquele destino e karma, quando na verdade tudo, rigorosamente tudo, brotará do tipo de credos e de cada detalhe que neles podereis enfatizar ou não, interiormente.
As mudanças pessoais são feitas, em regra, na direção sempre do menor prazer para o maior prazer tendo em conta a forma como cada um(a) enxerga o que é melhor ou pior para si.
É assim que a vida humana é norteada.
É a flecha que apontará na direção a tomar/obter e que vos motiva a vibrar em maior ou menor intensidade e harmonia.
A partir do momento em que definis algo que, de antemão, considerais ser auspicioso e uma mais-valia aos vossos interesses operareis essa mudança, instantaneamente.
E a qualidade do alinhamento que emergirá estará ligada à percepção consciente na tomada da decisão.
Algo além de um mero desejo, portanto, uma preferência, uma intenção, uma escolha é que gerará toda a diferença.
É que, no fundo do fundo, e em abstrato, não existe UMA realidade...
Existe, sim, A realidade...
Não há realidade alguma além da definição dada ela...
Por quem?
Por vós!
Vós é que definis, intencional e conscientemente, o que vireis a experienciar...
O que será necessário, então, fazer para vivenciar novas, prazerosas e mais alvissareiras realidades?
Olhar para o espelho mental e entender a auto projeção que está sendo feita a cada e dado momento.
A vossa realidade será apenas, e tão somente, um reflexo das coisas que acreditais serem possíveis.
Já a realidade coletiva, por sua vez, partirá deste ou daquele credo da massa.
Mas o processo é o mesmo.
Num estágio acima estará a percepção da massa, mais consciente, e ao chegarmos num idílico estágio onde a massa passará a clarividenciar sobre tudo e todos, ela também passará a assumir o controle de sua realidade, através, claro está, da sinérgica soma das realidades individuais e consciência dos que despertaram para o milagroso processo de manifestar o real.
Um processo, pois, de agregações de bolhas individuais a uma bolha coletiva, que assim, e em etapa seguinte, formará uma nova realidade coletiva, onde a consciência de massa atuará com mais e maior responsabilidade, consciente de estar e vir a ser o mestre de seu próprio destino – o segundo milagre...
Por aqui percebeis, por fim, porque certas e determinadas sociedades, em menor ou maior escala, são mais evoluídas e prósperas e outras não...
Estai, pois, motivados e resolutos para a tomada das melhores decisões que possam ir de encontro às vossas predileções e anseios.
Em processo consciente, portanto, devereis focar na tomada de decisão que vos possa conduzir a uma melhor vibração, amplitude e alcance.
E senti-vos entusiasmados, grandiosos mesmo, pois que, assim agindo, sereis uma unidade decisiva no processo do todo, sem que tenhais que perder as características únicas que vos fazem únicos e especiais.
Será essa capacidade em vos expressardes, única, pessoal, especial e intransmissível, da forma como considerais que tem de ser, será essa capacidade, ecoava-vos, que vos manterá alinhados aos deíficos propósitos, ao holograma da criação, pois que nesse holograma cada parte é única, embora refletindo eterna e invariavelmente o Todo...
A padronização expressa, então, no: “eu não tenho isso, eu não tenho aquilo, eu gostaria de ter, mas não tenho” será o centro do credo gerador de mais e mais situações que reforçarão a tal realidade oposta e indesejada.
O emaranhamento entende, portanto, como sendo esse o vosso desejo, e respaldando tal projeção negativa, qual presos numa trama inalterável, faz ressoar e acontecer.
Notai bem: tentar sempre será 100% de certeza em não ter como certo; ou 100% de certeza de estar criando o oposto.
Assim vistas as coisas, não existirá tentar.
Só existirá fazer ou não fazer.
Cada vez que pensais: “vou ver se dá para obter isto ou aquilo”, o emaranhamento entenderá como “eu não consigo, eu não tenho ou eu escolho não ter”.
A dúvida será, na verdade, a afirmação baseada no credo de não ser possível.
Exclui qualquer negatividade ou neutralidade que o valha!
O foco, a escolha, a vincada preferência e a convicção (a positividade) serão, sem embargo, o divisor d’ águas para vivenciardes esta ou aquela realidade.
Por que raios, em certo e determinados filmes, o mago branco (o bem protagonizado) sempre apanha do mago negro (o mal antagonizado) no começo e no meio da estória?
Pelo fato do mago negro sempre crer e depositar 100% de certeza em seus poderes e vis propósitos, e de estar, à partida e desde logo, mais determinado que o mago branco.
E, ainda, de este último permanecer longamente na dúvida quanto a conseguir ser bom o suficiente ou não para enfrentar aquele. Daí que ele apanha sem dó até que, por fim, abnegado, convicto e resoluto, acaba por inverter o que parecia impossível...
Quando passais a decidir que as coisas vão mudar, as coisas mudam.
A magia é essa!
O truque é esse!
Executai-o!
A mudança só ocorrerá quando, em consciência, concordais com ela e passais a colocar-vos-lo (vosso pensamento) em sua direção.
Quando juntais o ser ao fazer em vibração de entusiasmo o resultado será sempre o preferido, o mental predominante, o que vós realmente ireis querer...
E que vireis a ter.
Eco
Fonte/Créditos: Juntando as peças com intelecto, lucidez & cognição impoluta™
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