Nos últimos dias, milhares de pessoas se manifestaram em diversos países da Europa, nos EUA e até no Brasil contra Israel. Não estamos falando de pessoas contra a guerra, estamos falando de pessoas defendendo um grupo terrorista estuprou mulheres e decapitou crianças.
Enquanto idosas que estiveram em quarteis generais com a Bíblia na mão, que sequer estiveram no vandalismo do dia, são chamadas de terroristas, os assassinos cruéis que fizeram um massacre de inocentes são chamados de "resistência", "militantes", dentre outros adjetivos que dizem nada.
Mesmo diante de um fato tão avassalador, há ironia no ar, afinal a turma que se autointitula "a geração do amor e da liberdade que vai vencer o nazismo" é a favor do grupo quer destruir os judeus.
Como se não bastasse, grupos gays e feministas seguem demonstrando apoio aos terroristas fundamentalistas religiosos islâmicos que matam gays e mulheres. E tudo isso ao som da massa histérica chamando judeus de nazistas. Sim, é isso que mesmo que você leu, estão chamando judeus de nazistas.
Na melhor das hipóteses, a falta de cognição é preocupante. Para além do déficit de inteligência, o ódio é o ar que respiram.