Quando Roma deixou de ser a bela República de mais de meio milênio de idade para se transformar em um Império absoluto, lá no início de tudo, no Baixo Império (século I a.C), era comum a Guarda Pretoriana trair os imperadores e os derrubarem, sempre com requintes de crueldade em assassinatos na surdina, no apagar das luzes, escamoteando-se no silêncio da alcova. Depois, no Império Tardio, quem passou a fazer esse serviço foram os "magister malitum", ou os Senhores da Guerra, generais poderosíssimos cuja principal atividade era conspirar para colocar (ou manter) pessoas no cargo de imperador.
A história sempre se repete. Mas com pequenas adaptações aos contextos da época.
Hoje, Bolsonaro vem sendo vencido não pelas urnas fraudadas criadas pela esquerda criminosa, sistema que ele sempre deixou claro que não reconheceria, caso fosse derrotado na fraude, mas sim por militares que se recusam a fazer o que deve ser feito, traindo o voto de confiança que deram.
Quem está derrubando Bolsonaro não é a eleição, as urnas, ou a vontade da maioria do povo, e sim a inação da sua Guarda Pretoriana ou os seus Senhores da Guerra (Magister Militum).