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Terça-feira, 21 de Abril 2026
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Mulher morre após queda de árvore sobre ponto de ônibus em Guarulhos, na Grande SP

Vítima foi encontrada pelos bombeiros inconsciente, presa sob os galhos, na parada da Rua Arminda de Lima.

Mulher morre após queda de árvore sobre ponto de ônibus em Guarulhos, na Grande SP
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Uma árvore caiu sobre um ponto de ônibus no Centro de Guarulhos, na Grande São Paulo, nesta sexta-feira (12) e deixou duas vítimas: uma delas foi socorrida antes da chegada das equipes e a outra não sobreviveu aos ferimentos, segundo informações do Corpo de Bombeiros.

A mulher foi encontrada inconsciente, presa sob os galhos, na parada da Rua Arminda de Lima.

A Defesa Civil informou que a árvore era de grande porte e que equipes atuam no corte e na limpeza da área.

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Na tarde da quinta (11), um homem de 52 anos morreu após sofrer uma queda enquanto auxiliava na retirada de um galho de árvore que obstruía a calçada e parte da via pública, na Rua Piauí, região central de São Paulo. Ele foi o terceiro óbito registrado após as rajadas de vento que atingiram a região metropolitana na quarta-feira (10),

O  acidente ocorreu um dia após a capital enfrentar um vendaval histórico provocado pelo ciclone extratropical que atuava no litoral do Rio Grande do Sul.

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados para prestar apoio ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), informou a Secretaria da Segurança Pública ao g1.

Ao chegarem ao local, encontraram Nivaldo Gomes Da Silva já caído, com ferimentos na cabeça. O óbito foi constatado por um médico do Samu.

Ainda conforme a SSP, testemunhas relataram que a vítima, que trabalhava como porteiro de um condomínio, não estava em seu horário regular de serviço no momento do acidente.

Ainda assim, ao perceber que um galho de grande porte atrapalhava o trânsito de pedestres e veículos, decidiu ajudar voluntariamente na remoção. Para isso, utilizou uma escada de madeira e uma serra elétrica.

Segundo relatos, a vítima havia subido poucos degraus da escada quando o galho foi cortado. Logo em seguida, a ferramenta caiu de sua mão, e o homem despencou, batendo a cabeça no chão.

A perícia foi requisitada, e o corpo, encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame necroscópico. O caso foi registrado como morte suspeita pelo 78º DP.

Outra morte

Uma mulher morreu após ser atingida por um muro que desabou no bairro de Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, na tarde de quarta-feira (10).

A vítima, Claudineia Perri Castiglioni, de 54 anos, foi socorrida pelo Samu com traumatismo cranioencefálico e fratura no fêmur. Ela chegou a ser levada ao Hospital Geral de Sapopemba, mas não resistiu aos ferimentos.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou, em nota, que a ocorrência foi registrada como morte suspeita/acidente no 69º Distrito Policial (Teotônio Vilela), que requisitou perícia e exames ao IML para esclarecer as circunstâncias do desabamento.

Segundo a Defesa Civil do Estado, foi a primeira morte registrada na capital em decorrência dos eventos climáticos da Operação SP Sempre Alerta, que vai de 1° de dezembro a 31 de março de 2026.

Em Campos do Jordão, no interior paulista, um morador morreu após o deslizamento de um talude atingir sua casa durante a tempestade de terça-feira (9).

ocal da queda de uma árvore na Rua Cubatão com Eça de Queiroz, no bairro da Vila Mariana, zona sul da cidade de São Paulo (SP), nesta quinta-feira, 11 de dezembro de 2025. A capital paulista ainda enfrenta nesta manhã os impactos do vendaval que atingiu a cidade na última quarta-feira, 10. De acordo com o Corpo de Bombeiros, somente na quarta-feira, foram abertos ao menos 1.412 chamados para quedas de árvores na capital e na Região Metropolitana de São Paulo — Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo

Rastro de destruição

A ventania deixou um rastro de destruição e afetou diversas áreas das cidades da região: no pico, mais de 2 milhões de imóveis sem luz, queda de centenas de árvores, fechamento de parques, voos cancelados e prejuízo bilionário ao comércio e aos serviços.

De acordo com meteorologistas, a longa duração do fenômeno climático surpreende especialistas e não tem precedentes na capital paulista. Em ocasiões anteriores, a cidade enfrentava temporais, mas, desta vez, o céu permaneceu firme, o que aumenta o caráter incomum do evento.

Mais de 50 horas depois do vendaval, a Região Metropolitana de São Paulo ainda tem mais de 750 mil imóveis às escuras, segundo o boletim publicado pela concessionária Enel às 10h desta sexta-feira (12).

A falta de energia afeta serviços essenciais, como semáforos, abastecimento de água e mobilidade urbana. Já os aeroportos de Congonhas, na capital, e de Guarulhos, que tiveram dias de caos e cancelamentos, estão com operação normalizada.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que, pela manhã, havia 167 semáforos apagados por falta de energia, 10 apagados por falhas e 3 em amarelo piscante.

Árvore caiu sobre carro em condomínio na Zona Sul da capital — Foto: Arquivo pessoal
 

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): Reprodução G1

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