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Quarta-feira, 22 de Julho 2026
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Ativista do Hamas foi recebido no Palácio do Planalto por ministro de Lula

Militante do Hamas foi recebido no Palácio do Planalto por ministro de Lula e posou para foto com ex-presidente Dilma Rousseff

Ativista do Hamas foi recebido no Palácio do Planalto por ministro de Lula
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Militante do grupo terrorista Hamas posou para fotos com Dilma Rousseff e foi atendido por Alexandre Padilha no governo Lula.

A presença de um militante do Hamas nas dependências do Palácio do Planalto voltou a evidenciar a relutância do governo  e de aliados petistas em classificar como terroristas organizações amplamente reconhecidas dessa forma pela comunidade internacional. Sayid Tenório, vinculado ao grupo palestino com histórico documentado de decapitações e violência sexual, foi recebido pelo então ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, hoje à frente da pasta da Saúde.

Registros fotográficos mostram que, em encontros com integrantes do PT, Tenório chegou a posar ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff, sem qualquer constrangimento aparente por parte dos envolvidos.

Padrão de relativização do terrorismo no governo Lula

A postura do presidente Lula diante de organizações criminosas e terroristas não é novidade. Ele já se referiu a traficantes como “vítima dos usuários” e, quando PCC e CV foram classificados como grupos terroristas, declarou estar “muito triste” com a decisão.

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Outros nomes do campo governista seguem a mesma lógica seletiva. O senador Randolfe Rodrigues (AP) equiparou o terrorismo a atos de vandalismo ocorridos em Brasília (DF) em dezembro de 2022. Já o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), ex-líder de Lula na Câmara, enxergou como “terrorismo” o episódio em que a deputada Carla Zambelli empunhou uma arma contra um homem — hoje preso.

A deputada  (PT-PR) também já classificou os manifestantes do 8 de janeiro como terroristas, mesmo sem que portassem armas. Hamas e PCC, porém, não recebem a mesma designação por parte desses mesmos políticos.

Perdão judicial à mãe de Henry Borel provoca revolta nacional

Uma onda de indignação tomou conta do país após uma juíza conceder “perdão judicial” a Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, espancado até a morte pelo padrasto. A magistrada justificou a decisão citando “perseguição implacável” e “desproporcional” contra a ré, e classificou a revolta pública pelo  como “claramente discriminatória de gênero” e “influenciada pela  patriarcal”.

O procurador de Justiça Marcelo Rocha Monteiro, com 40 anos de combate ao crime no Rio de Janeiro, reagiu com indignação: “É a justiça transformada em militância identitária.” Para ele, nunca havia visto nada semelhante em toda sua carreira.

O pai da vítima, Leniel Borel, definiu a sentença como “a terceira morte” de seu filho. O Ministério Público anunciou que recorrerá da decisão.

O assassino foi condenado a 43 anos de prisão, com direito a recurso, enquanto a mãe — que chegou a ir ao salão de beleza após o enterro do próprio filho — foi tratada como “vítima da cultura patriarcal”. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) manifestou revolta com o uso de alegações de gênero para perdoar uma ré condenada por omissão no assassinato do próprio filho.

Poder sem Pudor: O poder engorda?

Ministro do Trabalho e da Previdência no governo João GoulartAlmino Afonso estava no cargo há apenas dois meses, mas já havia engordado. Ao encontrá-lo na Câmara, o deputado José Maria Alkmin não perdoou: “Almino, pelo jeito o poder engorda mesmo. É só dar uma olhada em você”, afirmou. “A tese é pelo menos discutível”, respondeu Almino, irritado. “Por quê?”, perguntou. “Você sempre esteve no poder ou perto dele e, mesmo assim, continua magro como um palito…”

Contag, INSS e atraso em proventos

Depois que o governo Lula restabeleceu o chamado “dinheiroduto” para a Contag — entidade petista acusada na CPMI do INSS de desviar R$3,4 bilhões de aposentados —, pela primeira vez os proventos previstos para o dia 2 não foram pagos.

Críticas à AGU, Janja e União Europeia

O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) criticou a autorização para que a AGU defenda o ministro Alexandre de Moraes em processo nos Estados Unidos. “Moraes é casado com a advogada mais bem paga da história”, lembrou o parlamentar.

Pesquisa realizada pelo PoderData confirmou o que muitos já intuíam: 52% dos entrevistados reprovam a participação da primeira-dama Janja no governo do marido.

Enquanto Lula reclama do presidente norte-americano Trump, classificando-o como “malvadão”, mantém silêncio diante de desfeitas da União Europeia, que excluiu o  da lista de importações autorizadas de proteína animal sob o pretexto do uso de antimicrobianos.

Frase do dia e destaques do Congresso

“Eu jamais falei em substituir o Pix” — afirmou Eduardo Bolsonaro, negando fake news e relembrando que a ferramenta foi criada durante a gestão de seu pai.

Os deputados Carlos Portinho (PL-RJ) e Marcel Van Hattem (Novo-RS) cobraram do presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), a votação do projeto que barra decisões monocráticas do STF: “Cadê o projeto? Bota pra votar!”.

A revista britânica Economist publicou pesquisa apontando queda na confiança do eleitorado brasileiro nas urnas eletrônicas. Como de costume, a publicação atribuiu a responsabilidade a Jair Bolsonaro, que está fora do cargo há quase quatro anos e impedido de usar redes sociais ou conceder entrevistas há mais de um ano.

Ativista ligado ao Hamas foi recebido no Palácio do Planalto por ministro de Lula

Pré-candidatos e críticas à soberania como cortina de fumaça

Pré-candidato à Presidência da República, Renan Santos (Missão) acusa Lula de enxergar o Pix como futura fonte de “taxação”. Segundo ele, o brasileiro tem motivos de sobra para estar preocupado.

O deputado Bibo Nunes (PL-RS) classificou o uso que Lula faz da “soberania” como “uma cortina de fumaça do desgoverno para esconder sua incompetência no combate ao crime e na segurança pública”.

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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