Agentes da Polícia Federal cumpriram ordem de Alexandre de Moraes para retirar faixa de sacada em Brasília; caso envolve acusações de ceticismo antidemocrático
Uma operação inusitada da Polícia Federal em Brasília resultou na retirada forçada de uma faixa pendurada na sacada de um apartamento. Nela, constava uma única palavra: “Honesto”. A ação foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, que entendeu tratar-se de uma ironia criminosa capaz de comprometer a honra de diversas autoridades — entre elas o presidente Lula, além de outros políticos e ministros do próprio STF.
Morador é algemado após resposta sobre Gilmar Mendes
O responsável pela faixa, identificado apenas pelas iniciais B.U.R.R.O., tentou argumentar em sua defesa. Afirmou que não havia qualquer ironia na mensagem e que acredita genuinamente na honestidade de Lula, de Alexandre de Moraes e de todos os políticos de esquerda. A situação, contudo, se complicou quando os agentes da PF lhe fizeram uma pergunta direta durante a abordagem: “E na do Gilmar Mendes?”. A resposta — “Também não é para tanto” — levou à sua prisão imediata. B.U.R.R.O. foi algemado e conduzido às dependências da Polícia Federal sob acusação de ceticismo antidemocrático e descrença dolosa em agente do sistema. A pena prevista pode chegar a 30 anos de cadeia.
Caso pode configurar propaganda eleitoral antecipada
Além da esfera criminal, o episódio ganhou desdobramentos eleitorais. Um magistrado do Tribunal Superior Eleitoral, que pediu para não ser identificado por ser “terrivelmente discreto”, avaliou que o caso pode ser enquadrado como propaganda eleitoral antecipada. A consequência seria a inelegibilidade de alguns candidatos de direita — embora, segundo a fonte, sejam “nem todos!”, “na verdade bem poucos”, “beeeeeem poucos”.
“Se o PT ou o PSOL conseguirem provar que a palavra ‘honesto’ da faixa se refere a algum adversário político deles, o sujeito, apesar de honesto, pode ficar inelegível, sim”, afirmou e enfatizou André Mendonça. “Ops. Foi mal. Identifiquei.”
Perícia da Academia Brasileira de Letras será realizada na faixa
A faixa apreendida do apartamento de B.U.R.R.O. passará agora por uma perícia conduzida por integrantes da Academia Brasileira de Letras. O procedimento promete determinar, com precisão de 99,9999%, se as letras H, O, N, E, S, T e o segundo O — escritas com tinta vermelha sobre pano branco — realmente fazem referência a uma pessoa íntegra, honrada, proba, reta, virtuosa, ética, incorruptível e justa. Ou seja, a um ser praticamente mitológico, sobretudo em Brasília.
A outra hipótese que os peritos investigam é se a palavra “honesto”, quando associada a Lula, Alexandre de Moraes e até Gilmar Mendes, é inexoravelmente irônica — ou até sarcástica, o que configuraria agravante. O resultado da análise será divulgado daqui a 13 dias.
Fonte/Créditos: Contra Fatos
Créditos (Imagem de capa): Reprodução
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