Todos nós sabemos que a hipocrisia e a mentira são o puro suco da esquerda brasileira, mas ela ainda engana muita gente.
E a galera do "amor venceu", que ama somente os seus "camaradas", passou os quatro anos de governo Jair Bolsonaro destilando ódio, veneno e mentira, usando das mais absurdas narrativas para tentar derrubar o governo.
Numa eleição que nunca acabou (2018), eles jamais aceitaram o resultado das urnas e agora, de volta ao comando da nação, vira e mexe insistem em acusar os "bolsonaristas" de fazerem o mesmo, nesse caso, com a de 2022.
Ainda que fosse verdade, aqueles que ousam falar em Deus e Democracia para sinalizar virtudes que não detêm, do alto da nobreza de seus valores (que inexistem), deveriam serem os primeiros a saírem do discurso da "pacificação do país" ou do slogan governamental "união e reconstrução" e irem efetivamente à prática.
Como os lados das tesouras existentes cortam de um lado só nos dias de hoje, só resta a essa turma viver discursando sobre um caixão vazio, sem o corpo que eles tanto queriam que lá estivesse.
Como seria bom se levantassm a bandeira branca pedindo paz por uma saudade que lhes invade de um Brasil que nunca existiu.
Já que alegaram tanto sofrimento nos períodos de Jair Bolsonaro no comando da nação, pela dor que doeu demais seus corações, por toda a paz e por todo mal de amor que eles dizem ter e carregar por um Brasil que, repito, jamais existiu, seria lindo ver a bandeira branca nessa nação.
Mas a realidade é diferente de uma canção de carnaval, hoje não se escondem, perseguem e se orgulham, não se sentem ofendidos por serem chamados de comunistas.
A verdade é que a bandeira dos comunistas é vermelha, vermelha como o rosto ruborizado de quem se altera por ódio, por raiva... Vermelha como o sangue de mais de 150 milhões de mortos pelas revoluções feitas por seus ídolos ao longo da história.
Seria tão simples e tão fácil se todos percebessem a verdade. Certamente as últimas máscaras deste baile mentiroso caíriam e eles levantariam a bandeira branca pedindo clemência e nos dando a paz.
Fonte/Créditos: Gustavo Reis