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Como não enxergamos o avanço da esquerda do Brasil? Parte 2

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Como não enxergamos o avanço da esquerda do Brasil? Parte 2
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Entre os dias 8 e 9 de novembro de 1923 os filiados ao Partido Nacional Socialista do Trabalhador Alemão, sob a liderança de seu presidente Adolf Hitler, reunidos em uma cervejaria em Munique se sublevaram na tentativa de tomar o poder na Baviera o que foi rapidamente sufocado pelo governo alemão, durante a República de Weimar.

Em 08 de janeiro de 2023 vários brasileiros desarmados, estavam reunidos em Brasília pedindo, iludidamente, que as Forças Armadas interviessem no sentido de impedir que os narcossocialismo continuassem avançando no Estado brasileiro. Tínhamos acabado se sair de uma eleição flagrantemente fraudada e, portanto, sem legitimidade em que pese o arremedo de legalidade.

Mentindo para os manifestantes um determinado general do Exército entregou-os à Polícia Federal, então dirigida pelo Ministro da Justiça, um notório comunista e as vésperas de se tornar Ministro do STF.

 É importante afirmar que o tal general, admirador da inteligência emocional do Presidente da República, em nenhum momento foi questionado por qualquer general do Alto Comando do Exército. Se não foi questionado nem impedido, é que houve a anuência, se não expressa ocorreu tacitamente, o que configura adesão imoral à decisão do referido militar que cumpria ordens diretas do Presidente da República.

Em consequência, as Forças Armadas passaram de uma instituição de maior credibilidade junto à população para um descrédito total.

Humilhada pela esquerda e desacreditada pela direita.

O Partido dos Trabalhadores – PT, assumidamente socialista, tal qual o Partido Nacional Socialista do Trabalhador Alemão, alegava e continua alegando que a reunião em Brasília tinha o propósito de dar um golpe de estado. Ora, senhores! Golpe sem armas é impossível.

A única diferença entre os dois citados partidos é que o alemão se dizia nacionalista e o brasileiro se afirma internacionalista e ligado ao partido comunista chinês.

A esquerda já havia tomado conta das universidades e do meio cultural.

Faltava cooptar as Força Armadas.

Desde o fim dos governos militares em 1985 os pseudos intelectuais de esquerda, quase todos fabianos, se infiltraram, intencionalmente nas Forçar Armadas, principalmente na Escola Superior de Guerra, e têm vendido aos militares que o perigo comunista deixou de existir com o desmantelamento da União Soviética.

As campanhas da imprensa contra as nossas Forças Armadas – paralelamente à beatificação dos terroristas da década de 70 – vieram e continuam vindos de jornalistas e pseudointelectuais e professores de esquerda, que em política internacional, se alinham nitidamente contra os EUA.

Os militares não foram desarmados tão somente materialmente e moralmente. Foram desarmados intelectualmente.

A supressão da disciplina “guerra revolucionária” do currículo das Academias Militares deixou todas as gerações formadas desde o início dos anos 90 completamente despreparadas para orientar-se no quadro de violência revolucionária continental, hoje mais intensa e bem maior que na década de 70. O grande articulador desse trabalho foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, filho e sobrinho de generais fabianos e também esposo de uma professora socialista.

Há quase trinta anos o Brasil alterna a Presidência da República entre dois partidos: PT e PSDB, alternância interrompida com a eleição de Bolsonaro.

O PT possui posicionamento claramente socialista e radical. O PSDB, que se diz de centro, é também de esquerda e possui alinhamento com o próprio Partido dos Trabalhadores, sendo que a diferença entre eles é de grau, não de gênero, e se foca em dois pontos determinantes: os políticos que se apresentam para ocupar o poder e os métodos de propagação das ideias socialistas.

Desde o início do 1º governo de FHC os militares foram intencionalmente afastados do poder das decisões com a criação do Ministério da Defesa. Não iremos discutir aqui se a criação do Ministério da Defesa era importante ou não.

Entender o grande engodo que os partidos que se dizem de esquerda é determinante para o futuro do país e, para tanto, é fundamental conhecer os métodos que norteiam suas ações:

O Socialismo Fabiano e a Social Democracia.

O nome Fabiano é uma homenagem a Quintus Fabius Maximus, o Protelador, que foi um cônsul, general e ditador da República Romana em meados do século dois antes de Cristo. Ao entender que o exército romano não poderia vencer as tropas do cartaginês Aníbal, em um confronto direto, Fabius adotou a estratégia de pequenos combates, fazendo conquistas de forma lenta e gradual, sempre nos momentos oportunos. Por algum tempo o povo considerou-o um covarde, mas quando o seu método foi ignorado por Varrão, ocasionando uma derrota terrível para o inimigo, Fabius Maximus passou a ser visto como o homem mais inteligente e admirável de todo o império. Graças às suas estratégias, Roma derrotaria Cartago na Segunda Guerra Púnica.

Inspirados no grande estrategista romano, os marxistas britânicos Hulbert Bland e George criaram em Londres, no ano de 1884, a Sociedade Fabiana, O objetivo não poderia ser outro: difundir o socialismo de maneira lenta e gradual através do aumento do poder do estado e por medidas socialistas disfarçadas. Desta maneira a sociedade seria dominada pela esquerda sem nem mesmo perceber o que estava acontecendo.

Já o nome social democracia, uma vez que estar-se falando do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), surgiu na Alemanha através de Karl Koutsky e Eduard Bernstein. Ambos acreditavam que a ação política é a mais eficiente para propagar-se o socialismo em detrimento da revolução armada. Logo, mais uma corrente visando ampliar o poder do estado até o limite do possível e assim impor, também de forma progressiva, novos parâmetros para toda a sociedade, independentemente da concordância dela.

Todo texto em itálico está em https//cristianocaporezzo.psdb e o socialismo-fabiano consultado em 18/09/2023.

A nossa incapacidade de perceber o avanço gradativo da esquerda no Brasil até a tomada do poder, o que aconteceu com a “descondenação” do Luiz Inácio, nos mostra como estávamos iludidos.

Não incluo entre os iludidos, aqueles que tinham o dever de evitar o resultado e aderiram à conduta criminosa, por conveniência ou algum interesse escuso ou monetário.

Ilusão é a representação da realidade que se mantém também quando é reconhecida sua falsidade ou erroneidade.

As ilusões assaltam a inteligência e a razão. A ilusão tapa a nossa boca, amarra os nossas mãos e a nossa inteligência para de funcionar. Entendo inteligência como a capacidade de resolver problemas.

Isso me lembra uma história que está em O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry: um garoto fez um desenho. Quando ele o mostrou para os adultos, estes o elogiaram pelo belo desenho de um chapéu. “Mas não é um chapéu”, disse o garoto. “É um elefante anão engolido por uma jiboia”. No entanto, apesar dos protestos do menino, os adultos e os quartéis só conseguiram ver um chapéu.

Talvez esta história represente a nossa incapacidade de perceber a nossa ilusão e entender como os militares se tornaram socialistas fabianos e hoje, comodamente se declaram apolíticos e afirmam que militar não participa das decisões que afetam toda uma nação.

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