O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou nesta terça-feira (10/2) que foi alvo de um plano para assassiná-lo e que houve uma tentativa deliberada de sabotar a reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ocorrida no dia 3 de fevereiro, na Casa Branca.
As declarações foram feitas durante um discurso público, no qual o presidente colombiano relatou uma sequência de episódios que, segundo ele, colocaram sua vida e a de seus filhos em risco nos últimos meses.
“Tenho de confessar aqui que cheguei há dois dias não nos braços do amor, mas fugindo para não ser morto”, disse o presidente.
Petro afirmou que as ações teriam motivações éticas, religiosas, espirituais e políticas.
O colombiano relatou dificuldades para pousar aeronaves em locais previamente definidos, afirmando que as luzes das pistas não foram acionadas e que, em outra ocasião, o helicóptero em que estava poderia ser alvo de disparos.
Segundo Petro, a situação o obrigou a viajar por quatro horas em mar aberto para chegar a um local não planejado.
Reunião com Donald Trump
- O líder colombiano encontrou-se com o republicano na última semana, no Salão Oval da Casa Branca, em reunião marcada por gestos de cordialidade.
- Ao fim da reunião, Petro publicou nas redes sociais uma foto em que aparece apertando a mão de Trump e exibindo um autógrafo do republicano. Na dedicatória, Trump escreveu: “Gustavo: Uma grande honra. Eu amo a Colômbia”.
- Em outra publicação, o colombiano mostrou um presente recebido do líder norte-americano: um livro de Trump, com a dedicatória “Petro você é incrível”.
Segundo Petro, vários envolvidos já teriam sido destituídos, mas a situação segue em alerta máximo.
com informações de Metrópoles
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