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Sexta-feira, 24 de Abril 2026
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Modi e Milei no topo da popularidade mundial; Lula amarga a lanterna

Petista aparece em 18º lugar, com 32%, bem atrás do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 8º, com 44%

Modi e Milei no topo da popularidade mundial; Lula amarga a lanterna
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No ranking de popularidade mundial de julho, divulgado pela empresa americana de pesquisa de opinião Morning Consult Pro, apareceram uma série de nomes conhecidos do cenário político. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, lidera com 75% de aprovação. Ele é seguido pelo recém-eleito presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, que tem 59% de aprovação. O líder controverso da Argentina, Javier Milei, que liderou um grande corte de gastos e direitos em Buenos Aires, atraindo multidões às ruas na época, ocupa o terceiro lugar com 57%.

 

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney (56%), que assumiu o cargo em março, e o premiê australiano, Anthony Albanese (54%), reeleito em maio, completam o top 5. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em 18º lugar, com 32%, consideravelmente atrás do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ocupa a 8ª posição, com 44%. A seguir, confira os dez primeiros colocados.

Narendra Modi (Índia)  

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Leia Também:

Lee Jae-myung (Coreia do Sul) 

Javier Milei (Argentina) 

Mark Carney (Canadá) 

Anthony Albanese (Austrália) 

 

Claudia Sheinbaum (México) 

Karin Keller-Sutter (Suíça) 

Donald Trump (EUA) 

Giorgia Meloni (Itália) 

 

Cyrill Ramaphosa (África do Sul) 

Lula e Trump têm experimentado uma disputa além do ranking: enquanto o americano proclamou tarifas de 50% contra o Brasil atribuindo à suposta “caça as bruxas” do governo Lula e do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, o petista ressalta o princípio da soberania e se nega a ceder para satisfazer os desejos do republicano.

Boas perspectivas para Lula 

O embate pode ser um tiro pela culatra para Trump, que busca reforçar seu aliado, Bolsonaro, na imposição de tarifas a Lula. Uma avaliação do The New York Times sugeriu que as taxas americanas resultaram em um efeito “inesperado”: revigoraram o apoio ao petista, permitindo que Lula sustentasse a narrativa de que não vai “ceder a um valentão”.

 

Comparado o cenário eleitoral no Brasil ao testemunhado nos EUA no ano passado: “A corrida presidencial do Brasil no ano que vem estava se configurando para ser algo que os americanos poderiam achar familiar: um titular envelhecido com popularidade decrescente, atrás de um populista descarado que alegou que a última eleição havia sido roubada dele”, disse o texto. “Então entrou o presidente Trump.” 

O NYT afirmou que a ameaça de Trump como tentativa de “salvar seu aliado”, em referência a Bolsonaro, acabou por reorganizar “o cenário político do Brasil”. A postura combativa do presidente brasileiro, que se recusa a ceder à pressão do republicano, “está sendo elogiada na imprensa, viralizando online e renovando a esperança de que o Sr. Lula possa conquistar um quarto mandato no ano que vem, dias antes de completar 80 anos”, de acordo com o veículo. 

“Eles têm motivos para estar otimistas: dias após as ameaças tarifárias de Trump, os índices de aprovação de Lula atingiram o nível mais alto em meses. Novas pesquisas mostraram que 43% a 50% dos brasileiros aprovaram seu desempenho, um aumento de três a cinco pontos percentuais desde maio”, destacou o The New York Times. 

 

 

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Divulgação

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