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Quinta-feira, 18 de Junho 2026
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Caso Master: PT sai em defesa de Jaques Wagner após líder do governo virar alvo da PF

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Caso Master: PT sai em defesa de Jaques Wagner após líder do governo virar alvo da PF
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O Partido dos Trabalhadores (PT) manifestou, nesta quinta-feira (18), apoio público ao senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, após o parlamentar se tornar alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero. Em nota oficial, a Executiva Nacional da legenda rechaçou as suspeitas e defendeu a trajetória do político baiano.

O posicionamento, assinado pelo presidente nacional do PT, Edinho Silva, reforça o alinhamento da sigla com um de seus principais quadros no Congresso:

“O senador Jaques Wagner é depositário de toda a nossa confiança. Temos certeza de que ele esclarecerá todos os fatos, comprovando a sua inocência”, afirmou Edinho Silva em nota.

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A nova etapa da operação da Polícia Federal, deflagrada na manhã de hoje, apura a suposta participação de agentes públicos em fraudes e irregularidades envolvendo instituições financeiras. Além de Jaques Wagner, as buscas da PF miram o banqueiro Augusto Ferreira Lima, dono do Banco Pleno e ex-sócio de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.


O que diz a defesa de Augusto Lima
Em nota enviada à imprensa, a defesa do banqueiro Augusto Lima afirmou que seu cliente “sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública”.

O escopo da 9ª fase
A nova fase da Compliance Zero cumpre 18 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados no Distrito Federal, em São Paulo e na Bahia. As ordens foram expedidas pelo ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Além dos mandados de busca, a Justiça determinou a aplicação de medidas cautelares restritivas, que incluem a proibição de contato entre os investigados e a suspensão de passaportes. De acordo com a PF, as condutas apuradas nesta etapa podem caracterizar os crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

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