O coordenador-geral da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, senador Rogério Marinho (PL), entrou com representação para que o Tribunal de Contas da União (TCU) apure a explosão de gastos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com campanhas publicitárias em 2026.
O valor de R$ 785 milhões consumidos pelo Governo Federal até meados de junho supera em mais de R$ 167 milhões (quase 30%) o teto legal de R$ 618,1 milhões permitido para o primeiro semestre de ano eleitoral.
Um dos pontos questionados no pedido foi a apuração da campanha publicitária a favor do fim da escala de trabalho 6×1, já que a proposta ainda nem foi aprovada pelo Legislativo, o que pode configurar interferência irregular no processo eleitoral. A campanha custou aproximadamente R$ 80 milhões.
Na representação, o senador Rogério Marinho pede a realização de auditoria emergencial nos gastos da Secom (Secretaria de Comunicação Social), o envio de informações detalhadas sobre as despesas realizadas em 2026, a suspensão das campanhas publicitárias e a responsabilização dos agentes públicos envolvidos.
Créditos (Imagem de capa): Rogério Marinho Foto: Agência Senado/Pedro França
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