O jornalista Delson Carlos Barros, conhecido por sua atuação no colunismo social em Goiás, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira (24) em um edifício residencial no Setor Bueno, em Goiânia. A Polícia Civil investiga o caso como suspeita de homicídio, e a principal suspeita é a proprietária do apartamento onde o profissional morava de aluguel.
Delson era um dos nomes mais conhecidos da cobertura social no estado. À frente da Coluna Delson Carlos, publicada no Diário de Aparecida, acompanhava eventos, personalidades e acontecimentos da sociedade goiana. Também atuava como editor da Revista Class e do portal Class News, veículos voltados à cobertura de eventos sociais e institucionais.
Nas redes sociais, onde reunia cerca de 95 mil seguidores, Delson se apresentava como jornalista profissional registrado, assessor de imprensa, editor da Revista Class, graduado em Marketing e pós-graduado. Suas publicações destacavam entrevistas, homenagens, ações institucionais e registros ao lado de empresários, autoridades e figuras públicas de Goiás.
Crime é investigado
De acordo com as primeiras informações, Delson foi encontrado morto nas áreas comuns do edifício onde residia. A principal linha de investigação aponta que ele teria sido esfaqueado após um desentendimento ocorrido dentro do apartamento.
Segundo relato de um morador ao portal Metrópoles, o jornalista teria passado parte da tarde consumindo bebidas alcoólicas com a proprietária do imóvel. Após uma discussão, ele teria sido atingido por golpes de faca e tentou buscar ajuda descendo pelas escadas do prédio.
Ainda conforme o relato, Delson não conseguiu chegar ao térreo e caiu em frente aos elevadores do quinto andar, onde foi encontrado já sem vida.
A proprietária do apartamento foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes sobre seu depoimento nem informaram se houve prisão em flagrante.
Equipes da Polícia Científica realizaram perícia no local, e o corpo do jornalista foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames que deverão auxiliar na elucidação das circunstâncias do crime.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a dinâmica dos fatos e a motivação do homicídio.
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