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Sexta-feira, 05 de Junho 2026
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Ex-assessor diz que Bolsonaro pediu monitoramento de Moraes, mas nega operação para matar autoridades

Coronel Marcelo Câmara passou por acareação com Mauro Cid, também ex-assessor de Bolsonaro, nesta quarta-feira (13) no STF.

Ex-assessor diz que Bolsonaro pediu monitoramento de Moraes, mas nega operação para matar autoridades
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O coronel Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (13), durante acareação no Supremo Tribunal Federal (STF), que recebeu "diretamente" do ex-presidente um pedido de monitoramento de autoridades no final de dezembro de 2022.

Ele, no entanto, negou que o pedido tivesse relação com a operação chamada de Punhal Verde Amarelo.

O tenente-coronel Mauro Cid, que é delator e participou da acareação, também afirmou que não ficou sabendo que o coronel Marcelo Câmara tivesse qualquer conhecimento sobre o monitoramento realizado para a citada operação, que previa o assassinato das autoridades.

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Segundo a ata da acareação, "a defesa do réu Marcelo Câmara solicitou que fosse esclarecido que, em relação ao segundo momento, monitoramento no final de dezembro, não há nenhuma relação com a citada operação 'Punhal Verde e Amarelo' , e esse monitoramento foi solicitado diretamente pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro".

O documento registrou ainda que Marcelo Câmara expôs que "o monitoramento que realizava sempre era pontual com finalidade de 'acertar agendas' e que jamais esses monitoramentos foram realizados para qualquer operação". 

Na delação, Mauro Cid afirmou que Bolsonaro pediu o monitoramento de Moraes por desconfiar da delação do ministro do STF com o então vice-presidente e senador Hamilton Mourão.

Minuta de golpe

A acareação ainda tratou sobre a chamada minuta golpista, documento que previa medidas contra a ordem democrática para reverter o resultado das eleições — como a instalação de um Estado de Sítio e prisão de autoridades. 

Cid ressaltou que não afirmou na delação à PF que o documento com teor golpista que Marcelo Câmara teria tido acesso era o mesmo que o ex-assessor internacional Filipe Martins teria apresentado a Bolsonaro. 

"Que o réu colaborador confirmou o depoimento dado anteriormente como informante do juízo, porém esclareceu que ao se referir ao conhecimento que o réu Marcelo Câmara tinha sobre a tramitação de uma minuta de decreto no Palácio, não quis afirmar que essa minuta era aquela apresentada por Filipe Martins ao ex-presidente da República Jair Bolsonaro".

 

 

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): Foto: Reprodução e REUTERS/Adriano Machado

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