Indubitavelmente, as previsões contidas no livro do Apocalipse vêm se mostrando nítidas e, assustadoramente, reais. O mundo todo encontra-se em efervescente ebulição. E não de hoje. É preciso dispor de elevado grau de alienação e/ou descrença espiritual para não reconhecer as evidências notáveis das manifestações proféticas em sua plena e irrefreável realização.
" Vistam-se com todas as armaduras que Deus dá a vocês para ficarem firmes contra as armaduras do mal", é o que diz a profecia, em Efésios 6,12. E complementa com esta afirmação tão sintonizada com os dias que vivemos: " Pois nós não estamos lutando contra seres humanos, mas contra as forças espirituais do mal que vivem nas alturas, isto é, os governos, as autoridades e os poderes que dominam completamente este mundo das trevas".
Preciso dizer mais?
Já nos advertia, com propriedade e sabedoria, o endiabrado Nicolau Maquiavel: " Há razões para que todos os profetas armados tenham triunfado, e todos os desarmados, tombados". Perceberam?
Dispensável, portanto, reunir mais argumentos para comprovar que estamos no meio dessa - antes de tudo- "batalha espiritual" entre o bem e o mal.
Muitos há, entre nós, os que foram aduzidos pelas forças do mal, e hoje, com o poder que lhes foi concedido, lutam em favor da derrocada e humilhação do ser humano diante do Criador. Estes se acham refugiados e protegidos no que chamo de a "sinagoga luciferiana", cuja capital, hoje, chama-se Brasília.
Combatê-los nos exigirá a determinação e o destemor dos 300 de Gideão. Vencer essa batalha, porém, pressupõe contar com as armaduras espirituais do bem e ter à frente o verdadeiro Senhor dos Exércitos. Do contrário, como diria minha avó Filomena, " adeus tia Chica".