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Sábado, 06 de Junho 2026
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Vídeo de Nikolas Ferreira sobre Pix ultrapassa 32 milhões de visualizações em apenas 12 horas

Deputado critica monitoramento de transferências e reacende debate sobre fiscalização financeira

Vídeo de Nikolas Ferreira sobre Pix ultrapassa 32 milhões de visualizações em apenas 12 horas
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Um vídeo publicado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a ganhar enorme repercussão nas redes sociais ao abordar o monitoramento do Pix adotado pelo governo federal. A gravação superou 32 milhões de visualizações em pouco mais de 12 horas no Instagram, segundo dados da própria plataforma, tornando-se um dos conteúdos políticos mais vistos do dia. A informação foi divulgada pela Gazeta Brasil.

O vídeo foi publicado na terça-feira (13) e retoma críticas que o parlamentar já havia feito em janeiro de 2025, quando outra gravação sua sobre o Pix viralizou e pressionou o governo a revogar uma instrução normativa que ampliava a fiscalização de transferências acima de R$ 5 mil feitas por pessoas físicas.

Deputado diz que governo retomou fiscalização “por outro caminho”

Na nova gravação, Nikolas sustenta que, apesar do recuo naquele momento, o governo teria retomado o monitoramento financeiro por meio de uma norma diferente, publicada meses depois.

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“O que eles revogaram depois que nosso vídeo viralizou, eles trouxeram de volta escondido em outra norma”, afirmou o deputado, em trecho que rapidamente se espalhou pelas redes sociais.

Segundo ele, a mudança teria sido apresentada com outro formato e discurso, mas manteria, na prática, o objetivo de ampliar o controle sobre movimentações feitas via Pix.Impacto sobre trabalhadores informais

Impacto sobre trabalhadores informais

No vídeo, Nikolas argumenta que a medida, oficialmente apresentada pelo governo como instrumento de combate ao crime organizado, à lavagem de dinheiro e a fraudes, pode atingir diretamente trabalhadores informais e autônomos.

O parlamentar cita exemplos como feirantes, manicures, motoboys e ambulantes, afirmando que movimentações mensais acima de R$ 5 mil pelo Pix, caso não coincidam com os valores declarados no Imposto de Renda, podem levar o contribuinte à malha fina.

Norma da Receita Federal está no centro do debate

A repercussão do vídeo ocorre em meio à vigência da Instrução Normativa RFB nº 2.278, publicada pela Receita Federal em 28 de agosto. A norma obriga fintechs e instituições de pagamento a fornecerem informações financeiras ao Fisco nos mesmos moldes exigidos dos bancos tradicionais.

Pelas regras, devem ser informados dados sobre saldos e movimentações acima de R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 6 mil para pessoas jurídicas, por meio do sistema e-Financeira.

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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