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Sábado, 06 de Junho 2026
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Planalto vê relação Lula-Trump preservada, mas ainda calcula encontro no G7

Auxiliares do governo atrelam nova reunião mediante avanço de negociação em nível técnico, mas avaliam que presidentes manterão cordialidade mesmo diante das divergências

Planalto vê relação Lula-Trump preservada, mas ainda calcula encontro no G7
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Auxiliares do Palácio do Planalto avaliam que a relação entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o norte-americano Donald Trump se mantém preservada, mesmo após as recentes medidas anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil e a visita do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, à Casa Branca.

A avaliação é que, em um eventual novo encontro entre os dois chefes de Estado, o tom deverá ser cordial, a exemplo de conversas anteriores, mesmo diante das divergências entre os governos. Ainda assim, o Planalto analisa a conveniência de uma reunião entre Lula e Trump durante a cúpula do G7, marcada para os dias 15 e 17 de junho, na França.Os dois presidentes já confirmaram presença no encontro, que reúne as sete maiores economias do mundo. Por isso, auxiliares do governo consideram provável que Lula e Trump se encontrem nos bastidores do evento, ainda que sem uma agenda formal.

De acordo com auxiliares da Presidência, até o momento não há pedido de reunião por parte de nenhum dos dois governos. Além das questões de agenda, a avaliação no Planalto é que um encontro só faria sentido caso haja avanço nas negociações em nível técnico, evitando a repetição da conversa realizada em 7 de maio, na Casa Branca.

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Como mostrou a CNN, o governo Lula espera na próxima semana uma videoconferência entre os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, com Jamieson Greer, chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), para tratar da proposta de tarifas anunciada pelo governo americano sobre produtos brasileiros.

Nesta semana, o USTR anunciou propostas de tarifas de 25% e de 12,5% aos produtos brasileiros. E, nesta sexta-feira (5), passou a valer a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas.

As medidas foram anunciadas após o senador Flávio Bolsonaro ter sido recebido por Trump no dia 26 de maio. Já Lula esteve na Casa Branca no dia 7 de maio, onde ficou por três horas.

Fonte/Créditos: CNN

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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