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Quinta-feira, 23 de Abril 2026
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Notícias / Política

Tarcísio promete punição rigorosa a envolvidos em fraude bilionária no ICMS

Governador de São Paulo garante sanções severas após revelação de esquema de corrupção que movimentou cerca de R$ 1 bilhão

Tarcísio promete punição rigorosa a envolvidos em fraude bilionária no ICMS
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Tarcísio de Freitas endurece discurso contra corrupção no ICMS

Após a exposição de um esquema bilionário de corrupção dentro da Secretaria da Fazenda de São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou, na sexta-feira (15), que os responsáveis serão punidos de forma exemplar em todas as esferas legais.

 

Durante agenda em Sorocaba, Tarcísio declarou:

“Agora é partir para punição rigorosa dos agentes em todas as esferas, na esfera administrativa, na esfera cível, na esfera penal.”

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O governador destacou que o Estado não será conivente:

“E partir para cima dos bens daqueles que lesionaram o Estado de São Paulo, para que isso não passe impune. Então, eles vão sentir a mão pesada do Estado para servir de exemplo.”

Detalhes do esquema revelado pela Operação Ícaro

De acordo com as investigações, o esquema envolvia auditores fiscais que recebiam propina de grandes empresas para liberar de forma acelerada créditos tributários. O rombo estimado é de aproximadamente R$ 1 bilhão.

Segundo Tarcísio, o esquema teve início em 2021, ainda antes de sua administração, iniciada em janeiro de 2023.

 

Operação Ícaro, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo na terça-feira (12), prendeu dois funcionários da Secretaria da Fazenda, além dos empresários Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, e Mário Otávio Gomes, diretor da Fast Shop. Ambos foram soltos na sexta-feira (15).

Empresas e auditores sob investigação

O foco da investigação são auditores fiscais suspeitos de receber propinas e empresários que teriam pago vantagens indevidas para reduzir custos tributários.

Além da Ultrafarma e da Fast Shop, outras empresas do setor varejista e de serviços também aparecem no inquérito conduzido pelo Ministério Público.

 

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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