Daniel Siad, um suposto aliciador de vítimas sexuais do pedófilo americano Jeffrey Epstein, foi encontrado morto nos arredores de Paris, onde morava, sem que se conheçam, até o momento da publicação desta reportagem, as circunstâncias precisas da morte, segundo informou nesta quarta-feira (22) a imprensa francesa.
O homem, nascido na Argélia há 69 anos, mas naturalizado sueco e morador do município de Colombes, ao noroeste de Paris, no departamento de Altos do Sena, era alvo de várias acusações de estupro surgidas após a retirada de sigilo dos arquivos do caso Epstein no início deste ano.
Nesses documentos, o nome de Siad aparece em milhares de ocasiões. Suspeita-se que ele aliciava modelos por todo o mundo para oferecê-las a Epstein. O suposto aliciador sempre negou as acusações e se apresentava como “um pai de família”.
O jornal Le Parisien aponta uma parada cardíaca como provável causa da morte de Siad, cujo corpo foi encontrado sem vida por sua companheira de apartamento, uma mulher de 28 anos, que o teria achado inerte no chão da cozinha. A Justiça abriu uma investigação para elucidar as circunstâncias da morte.
Epstein tinha em Paris um dos centros nevrálgicos de sua rede de exploração sexual e era proprietário de um luxuoso apartamento no número 22 da exclusiva avenida Foch, na capital francesa.
Por essa razão, o Ministério Público francês abriu investigações sobre as ramificações locais do caso Epstein, tanto em relação a possíveis crimes sexuais ocorridos no país, nos quais Siad estaria envolvido, quanto a possíveis crimes financeiros.
*EFE
Fonte/Créditos: Pleno News
Créditos (Imagem de capa): Foto: Reprodução/CNN Internacional
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