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Quarta-feira, 06 de Maio 2026
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Notícias / Política

STF articula reação a possíveis sanções dos EUA baseadas na Lei Magnitsky

Gilmar Mendes lidera debates internos sobre a Lei Magnitsky e medidas de proteção à Corte

STF articula reação a possíveis sanções dos EUA baseadas na Lei Magnitsky
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Supremo Tribunal Federal (STF) já teria iniciado discussões internas para reagir a eventuais sanções impostas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky. As informações foram divulgadas pela revista Veja.

Segundo a publicação, o decano Gilmar Mendes tem liderado conversas e estudos sobre a legislação internacional e sobre ações adotadas por países europeus para evitar o uso da norma como ferramenta de pressão política.

“Na Europa já há leis de bloqueio dessas sanções”, destacou Mendes.

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Estratégia jurídica da Corte

A ideia central é sustentar que o uso da Lei Magnitsky de forma ideológica configuraria uma espécie de “dominação política”. Esse argumento deve embasar a posição do STF caso as sanções venham a ser aplicadas.

Apesar das discussões, a Corte não pretende adotar medidas preventivas. Eventuais decisões, como o bloqueio de ativos de empresas americanas que acatem a legislação, só seriam analisadas se a crise diplomática se agravar.

Processo em análise

O caminho para essa possível reação está ligado a uma ação relatada pelo ministro Cristiano Zanin, que poderá ser usada como base jurídica para contestar o alcance das sanções no Brasil.

 

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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