O sexo é frequentemente associado a diversos benefícios para a saúde física e mental. Além de proporcionar prazer e fortalecer os vínculos afetivos, a atividade sexual contribui para a liberação de substâncias cerebrais ligadas ao bem-estar, ajudando a reduzir o estresse, melhorar o humor e favorecer a qualidade do sono.
Mas existe um horário ideal para fazer sexo? Segundo especialistas, o período da manhã pode oferecer algumas vantagens adicionais em comparação aos outros momentos do dia.
Por que o sexo pela manhã pode ser vantajoso?
Embora muitos casais prefiram manter relações à noite, após as atividades do dia, médicos e psicólogos têm destacado nas redes sociais os possíveis benefícios do sexo nas primeiras horas da manhã, por volta das 7h.
De acordo com os especialistas, nesse período o organismo apresenta características que podem favorecer a atividade sexual, como níveis hormonais mais elevados e menor influência do estresse acumulado ao longo do dia.
Entre os benefícios apontados estão:
- Maior desejo sexual ao acordar;
- Redução da ansiedade;
- Mais disposição e energia para começar o dia;
- Estímulo à produtividade;
- Fortalecimento da imunidade;
- Sensação de relaxamento e bem-estar.
Hormônios que ajudam o corpo e a mente
Durante a atividade sexual, o organismo libera diversos hormônios relacionados ao prazer e ao vínculo emocional.
Um deles é a ocitocina, conhecida popularmente como o “hormônio do amor”, associada à sensação de conexão afetiva, bem-estar e melhora do humor.
Além disso, a atividade sexual estimula a liberação de dopamina e endorfina, substâncias ligadas à sensação de prazer e felicidade.
Especialistas também destacam que, nos homens, os níveis de testosterona costumam atingir seu pico durante a manhã, o que pode contribuir para um aumento da libido nesse período.
Existe uma frequência ideal?
Alguns especialistas sugerem que manter relações sexuais entre duas e três vezes por semana pode trazer benefícios para a saúde física e mental, além de favorecer o equilíbrio hormonal.
No entanto, a terapeuta de casais e sexóloga Isiah McKimmie ressalta que não existe uma frequência universal que sirva para todos os relacionamentos.
"Não há uma quantidade definida de sexo que faça um relacionamento ser ótimo, e é normal que dois parceiros tenham ideias diferentes de quanto sexo eles querem. O importante é que os casais trabalhem juntos para encontrar uma vida sexual que funcione para ambos", afirmou ao site House of Wellness.
Qualidade é mais importante que quantidade
Especialistas destacam que a satisfação mútua é um dos fatores mais importantes para que a experiência sexual seja positiva. Quando o ato é prazeroso para ambos os parceiros, há uma maior liberação de hormônios relacionados ao bem-estar, fortalecendo tanto a saúde emocional quanto a física.
Por isso, mais importante do que seguir uma regra sobre horários ou frequência é que o casal encontre uma dinâmica confortável, saudável e satisfatória para os dois.
Créditos (Imagem de capa): Sexo — Foto: Freepik
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