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Sexta-feira, 24 de Abril 2026
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Saiba quem era o adolescente morto após ser agredido por piloto no DF

Morte de Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, 16 anos, foi confirmada neste sábado (7/2) pelo advogado da família

Saiba quem era o adolescente morto após ser agredido por piloto no DF
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Morreu, neste sábado (7/2), o adolescente agredido pelo ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, em 22 de janeiro. Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira (foto em destaque), 16 anos, estava internado na UTI do Hospital Brasília em Águas Claras (DF) desde então.

Rodrigo era morador do DF e estudava no Colégio Vitória Régia. Amigos, familiares e jovens da capital realizaram duas vigílias na porta do Hospital Brasília em oração ao rapaz — a última foi realizada nessa sexta-feira (6/2).

Em 30 de janeiro, os tios de Rodrigo disseram que o jovem havia reagido a estímulos nos últimos dias. Desde então, os pais decidiram suspender as visitas para preservá-lo.

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Apesar dos esforços médicos, Rodrigo Castanheira morreu em decorrência das complicações. O óbito do adolescente foi confirmado à coluna Na Mira pelo advogado da família, Albert Halex.

Como a briga começou

Segundo a investigação, a confusão teve início na noite do dia 22/1. Testemunhas relataram que Turra jogou um chiclete mascado em um amigo da vítima. Após provocações, os dois adolescentes passaram a se agredir fisicamente.

Vídeos gravados no local mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo Castanheira bater violentamente a cabeça contra um carro. O impacto o deixou desacordado. Ele chegou a vomitar sangue enquanto era socorrido.

A nova ordem de prisão foi solicitada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT). Durante coletiva de imprensa, o delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar, apresentou detalhes adicionais da investigação.

Ele afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios violentos, incluindo a suposta tortura de uma adolescente com um taser, e classificou o comportamento de Turra como “sociopata”. Emocionado, o delegado comentou a gravidade do caso.

A defesa contestou as declarações. “O delegado não tem competência para definir o comportamento psicológico de ninguém. Isso pode configurar abuso de autoridade”, declarou o advogado Enio Barros.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Foto: Reprodução/Instagram

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