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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
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Rede criminosa invadiu 120 mil câmeras domésticas para obter e vender vídeos de teor sexual

Grupo usava senhas fracas de câmeras IP; um dos indiciados também produziu conteúdo ilegal envolvendo menores

Rede criminosa invadiu 120 mil câmeras domésticas para obter e vender vídeos de teor sexual
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A polícia da Coreia do Sul indiciou quatro pessoas por comandar uma operação de invasão em larga escala que comprometeu aproximadamente 120 mil câmeras IP instaladas em casas, apartamentos e estabelecimentos comerciais. O grupo, segundo as autoridades, atuava com o objetivo de roubar gravações privadas, sobretudo aquelas que pudessem ser exploradas comercialmente em sites estrangeiros especializados em conteúdo de natureza sexual.

As câmeras acessadas tinham um ponto comum: senhas extremamente simples, formadas por combinações previsíveis ou repetidas. Ao explorar essa vulnerabilidade, os responsáveis conseguiram captar, selecionar e enviar centenas de vídeos para um site hospedado fora do país. Dois dos envolvidos receberam mais de US$ 36 mil (aproximadamente R$ 192 mil) em ativos virtuais pela venda do material.

País já vive histórico problema com “molkas”

O caso reacendeu preocupações na Coreia do Sul, onde episódios envolvendo câmeras ocultas e gravações clandestinas, conhecidas como molkas, vêm provocando amplo debate social. As autoridades classificaram o episódio como um dos maiores já identificados envolvendo acesso remoto a câmeras pessoais.

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Um dos acusados produziu conteúdo ilegal envolvendo menores

Além do roubo de imagens privadas, um dos indiciados enfrenta também acusação por produzir material de exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes. As autoridades destacaram que esse conteúdo não chegou a ser comercializado no esquema internacional, mas o fato agrava a gravidade das imputações.

Investigações continuam e devem alcançar compradores e operador do site

A polícia afirmou que a apuração segue em andamento e que o próximo passo é identificar tanto o operador do site estrangeiro que hospedava o conteúdo quanto os usuários que consumiram as imagens provenientes do esquema criminoso. As autoridades disseram que a cooperação internacional será essencial para responsabilizar todos os envolvidos.

 

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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