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Sexta-feira, 24 de Abril 2026
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Presidente da escola que homenageou Lula é réu por morte de menina de 11 anos

Wallace Palhares responde por homicídio culposo após tragédia na dispersão da Sapucaí

Presidente da escola que homenageou Lula é réu por morte de menina de 11 anos
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O presidente da Acadêmicos de Niterói, Wallace Alves Palhares, responde na Justiça pela morte de Raquel Antunes, de 11 anos, vítima de um acidente ocorrido durante o Carnaval de 2022, no Sambódromo do Rio de Janeiro. O caso voltou a ganhar visibilidade após a escola desfilar neste ano com enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A denúncia envolve o episódio registrado na área de dispersão da Marquês de Sapucaí. Raquel foi atingida por um carro alegórico em movimento e acabou prensada contra um poste. A criança sofreu traumatismo múltiplo, passou por cirurgia — incluindo a amputação de uma das pernas — e morreu dias depois, enquanto estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Ministério Público denunciou oito pessoas

O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou oito envolvidos por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A Justiça aceitou a acusação, tornando Wallace Palhares réu no processo que tramita na 29ª Vara Criminal da capital.

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Na época do acidente, Palhares também ocupava a presidência da Liga-RJ, entidade responsável pela organização da Série Ouro do Carnaval carioca.

Falhas na segurança e fiscalização

De acordo com a denúncia, houve falhas na fiscalização e na segurança da área de dispersão, espaço por onde circulam veículos de grande porte após os desfiles. A investigação apontou que crianças transitavam próximas aos carros alegóricos sem a existência de barreiras adequadas ou escolta.

Palhares e representantes da Liga-RJ afirmaram, à época, que o controle da área e o isolamento das alegorias não eram atribuições diretas da entidade, mas de órgãos municipais e de outros responsáveis pela operação do evento.

Processo segue em andamento

O caso ainda não tem sentença. Em 2025, foram marcadas audiências para ouvir testemunhas indicadas pelas partes envolvidas. O processo continua em tramitação na Justiça do Rio de Janeiro.

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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