O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aguarda a divulgação de novos indicadores da Organização das Nações Unidas (ONU) que podem apontar uma melhora nos índices relacionados à fome e à insegurança alimentar no Brasil.
Segundo informações de bastidores do governo federal, a expectativa é que levantamentos internacionais mostrem uma redução no número de brasileiros em situação de insegurança alimentar, reforçando uma das principais bandeiras sociais da atual gestão.
O tema é acompanhado de perto pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, comandado pelo ministro Wellington Dias.
Governo aposta em vitrine social
Integrantes do Palácio do Planalto avaliam que os novos dados poderão fortalecer a imagem das políticas sociais implementadas durante o terceiro mandato de Lula.
Em julho de 2025, o Brasil deixou o chamado Mapa da Fome, mecanismo utilizado por agências da ONU para monitorar o acesso da população à alimentação adequada.
A saída da lista foi apresentada pelo governo como um marco das ações voltadas ao combate à pobreza e à insegurança alimentar.
Indicadores podem ser usados em estratégia de comunicação
Aliados do presidente defendem que os futuros números sobre alimentação sejam divulgados em conjunto com outro indicador recentemente celebrado pelo governo: o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Relatório divulgado pelas Nações Unidas em maio apontou que o Brasil alcançou pela primeira vez a categoria de desenvolvimento humano considerada “muito alta”, registrando o melhor desempenho desde o início da série histórica.
Segundo interlocutores do governo, a estratégia em discussão prevê utilizar esses indicadores em campanhas de comunicação para destacar resultados da atual administração.
Comparação com governos anteriores
Auxiliares de Lula também pretendem destacar que o Brasil voltou ao Mapa da Fome durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e deixou novamente a lista sob a atual gestão.
A expectativa é que os novos dados da ONU sejam divulgados nas próximas semanas e sirvam de base para ações de comunicação do governo federal.
Fonte/Créditos: Metrópoles
Créditos (Imagem de capa): Reprodução Metrópoles
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