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Sábado, 25 de Abril 2026
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My Family Cinema e BTV: cerco ao 'gatonet' derruba milhares de sites e apps piratas no Brasil

Duas operações, uma na Argentina e outra no Brasil, tiraram 558 serviços do ar desde a última quinta-feira (27), em desdobramentos de investigações que já derrubaram milhares de plataformas ilegais nos últimos meses.

My Family Cinema e BTV: cerco ao 'gatonet' derruba milhares de sites e apps piratas no Brasil
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Duas operações tiraram do ar 558 sites de serviços de streaming pirata desde a última quinta-feira (27). Elas são desdobramentos de investigações que já derrubaram milhares de plataformas ilegais nos últimos meses.

A mais recente, realizada na Argentina, derrubou 22 aplicativos, como o BTV e o Red Play, no domingo (30). Foi a segunda fase da investigação que, no início de novembro, já tinha tirado do ar outros 14 apps, incluindo o My Family Cinema e o TV Express.

No Brasil, uma força-tarefa bloqueou 535 sites e 1 aplicativo de streaming na oitava fase da Operação 404. Ela é liderada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e, desde 2019, atua contra serviços na internet que violam direitos autorais.

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 Mensagem de erro em aplicativos de streaming piratas foram publicadas nas redes sociais — Foto: Reprodução

Muitas dessas plataformas são acessadas em TV boxes, também conhecidos como aparelhos de IPTV e caixinhas de TV, que permitem acessar serviços de streaming pela televisão.

Com serviços indisponíveis, várias pessoas que pagaram por assinaturas recorrerem a canais como o ReclameAqui. Mas, como as plataformas são usadas para transmitir conteúdo pirateado, os clientes perdem seus direitos, explicou o Procon-SP .

O que é a operação da Argentina?

O departamento de investigação de crimes cibernéticos do Ministério Público Fiscal de Buenos Aires investiga desde setembro de 2024 um esquema de serviços de streaming ilegal.

Em agosto de 2025, buscas em quatro endereços permitiram descobrir escritórios que funcionavam como empresas legítimas, mas serviam como centrais da pirataria. Um deles tinha até mesmo um setor de Recursos Humanos para seus cerca de 100 funcionários.

Os aplicativos tinham mais de 6,2 milhões de assinantes ativos, sendo 4,6 milhões no Brasil, disse a Alianza. Cada um desses usuários pagava até US$ 5 por mês (R$ 27), o que contribuiu para um faturamento anual estimado em mais de US$ 150 milhões (R$ 800 milhões).

A denúncia partiu da Alianza, associação de empresas contra pirataria audiovisual na América Latina, que vê a Argentina como base para integrantes do esquema buscarem clientes de países como Brasil, México, Equador e África do Sul.

Os escritórios na Argentina eram responsáveis apenas pelas áreas de marketing e vendas. A estrutura técnica estava hospedada na China, o que exigiu mais tempo para interromper o funcionamento dos serviços.

Escritório na Argentina alvo de busca em operação contra serviços de streaming pirata — Foto: Reprodução

 
 

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): G1/Globo

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