O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), assinou, nesta sexta-feira (24/4), a criação da comissão especial que discutirá o mérito da PEC do fim a escala de trabalho 6×1.
Segundo o despacho, o grupo terá 37 titulares e o mesmo número de suplentes, atendendo a proporcionalidade dos partidos. O presidente e o relator da comissão ainda não foram definidos por Motta.
“A Comissão será composta de 37 (trinta e sete) membros titulares e de igual número de suplentes, mais um titular e um suplente, atendendo ao rodízio entre as bancadas não contempladas, designados de acordo com os §§ 1º e 2º do art. 33 do Regimento Interno”, diz o despacho.
Relatoria cobiçada
Mais cedo, Motta disse à coluna a demora em anunciar o relator e o presidente da comissão especial se deve ao fato de ter que administrar muitos pedidos de deputados para ocupar essas postos.
“Muita gente querendo, e eu to administrando”, afirmou o presidente da Câmara.
Como noticiou a coluna, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), um dos autores da PEC, defendem que o deputado Paulo Azi (União-BA) continue como relator.
Segundo os parlamentares, Azi deveria continuar como relator por ser um “bom nome” e pelo trabalho realizado na relatoria da PEC na CCJ da Câmara, onde a proposta foi aprovada na quarta-feira (22/4).
Fonte/Créditos: Metrópoles
Créditos (Imagem de capa): LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES
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