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Sábado, 25 de Abril 2026
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Mãe e filha mantidas em cárcere no PR jogaram bilhetes pedindo ajuda pela sacada de apartamento, e vizinho encontrou na entrada de prédio

Caso aconteceu em Pinhais. O suspeito, Glauber Gandra Severino, era conhecido das vítimas e foi preso em flagrante. Homem não possui defesa constituída.

Mãe e filha mantidas em cárcere no PR jogaram bilhetes pedindo ajuda pela sacada de apartamento, e vizinho encontrou na entrada de prédio
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A mãe e filha que foram mantidas por dois dias em cárcere privado por um conhecido da família em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), foram resgatadas após conseguirem escrever bilhetes pedindo socorro.

De acordo com o delegado Gustavo de Pinho, elas aproveitaram quando o suspeito dormiu para escreverem quatro bilhetes, entre a noite de sexta (11) e a madrugada de sábado (12), e jogá-los pela sacada do apartamento onde estavam sendo mantidas presas.

Um vizinho encontrou um dos papeis na entrada do prédio na manhã de sábado, avisou a síndica e acionou a Polícia Militar (PM-PR), que resgatou as vítimas e prendeu o suspeito, Glauber Gandra Severino, no mesmo dia.

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Em um deles, estava escrito:

"Por favor, nos ajude! Estamos em cárcere privado, eu e a minha mãe. Ajude-nos, pois não posso usar o celular! Avise a síndica! Que a polícia venha e entre pela sacada, sem alarde!".

As vítimas contaram à polícia que conheciam Glauber porque teve um relacionamento amoroso com uma prima delas. Ele também morou no prédio de mãe e filha em 2023 - e, por isso, tinha as chaves da entrada.

Segundo o delegado, ele conseguiu entrar no apartamento na quinta-feira (10) depois que uma das mulheres saiu para ir à farmácia, e as manteve amarradas, em um quarto, na maior parte do tempo.

O crime teve motivação financeira, de acordo com o policial.

"No interrogatório, ele relatou que estaria passando por dificuldades financeiras, que teria perdido o emprego recentemente e resolveu praticar tal conduta, uma vez que teria conhecimento de que as vítimas tinham poder aquisitivo maior", disse.

As vítimas contam que o homem as obrigou a preencher dois cheques, e ainda pegou cartões bancários e as senhas deles para efetuar saques.

Até a última publicação desta reportagem, Glauber ainda não tinha defesa constituída.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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